Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SOM NA KAIXA COM.DE ALARMES E SOM LTDA. R$ 449.163 pagos pela cota em 102 despesas
Na campanha de 2022, Daniel Trzeciak pagou R$ 65.625 a SOM NA KAIXA COM.DE ALARMES E SOM LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 449.163 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 102 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.281.529/0001-81. Atividade registrada: comercio de pecas e acessorios para veiculos automotores (CNAE 45307).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 449.163 em 102 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 65.625 em 4 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 65.625 da campanha e R$ 449.163 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VIGHOR EMPREENDIMENTOS LTDA. R$ 190.467 pagos pela cota em 52 despesas
Na campanha de 2022, Daniel Trzeciak pagou R$ 7.963 a VIGHOR EMPREENDIMENTOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 190.467 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 52 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 11.018.882/0001-39. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 191.063 em 53 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 7.963 em 2 pagamentos em 2022
- Heitor Schuch (PSD-RS), despesa de campanha: R$ 294 em 2 pagamentos em 2018
- Afonso Hamm (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 126 em 2 pagamentos em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 7.963 da campanha e R$ 190.467 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
F5 GRAFICA E SERIGRAFIA LTDA. R$ 31.266 pagos pela cota em 19 despesas
Na campanha de 2022, Daniel Trzeciak pagou R$ 60.153 a F5 GRAFICA E SERIGRAFIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 31.266 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 19 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 26.435.812/0001-53. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 60.153 em 47 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 31.266 em 19 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 60.153 da campanha e R$ 31.266 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PIERRE CRUZ VEIGA ***.087.100-**. R$ 25.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Daniel Trzeciak pagou R$ 2.728 a PIERRE CRUZ VEIGA ***.087.100-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 25.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 21.751.796/0001-94. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 25.000 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.728 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.728 da campanha e R$ 25.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JOAO PAULO NUNES BORGES. R$ 51.000 pagos pela cota em 8 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Daniel Trzeciak pagou R$ 51.000 a JOAO PAULO NUNES BORGES com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 86.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 37.571.107/0001-08. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 86.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 56.000 em 10 pagamentos entre 2025 e 2026
- Delegada Ione (PL-MG), despesa de campanha: R$ 35.000 em 1 pagamento em 2026
- Maria Rosas (REPUBLICANOS-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 30.000 em 6 pagamentos entre 2024 e 2025
- Rafael Brito (MDB-AL), cota parlamentar (Câmara): R$ 11.000 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
- Márcio Honaiser (SOLIDARIEDADE-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 11.000 em 2 pagamentos em 2025
- PÉRPETUA ALMEIDA (PCdoB-AC), despesa de campanha: R$ 7.500 em 1 pagamento em 2022
- Delegada Ione (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 6.000 em 3 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 86.000 da campanha e R$ 51.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LUCAS DE OLIVEIRA NEVES LOCACAO DE VEICULOS LTDA. R$ 14.660 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Daniel Trzeciak pagou R$ 8.686 a LUCAS DE OLIVEIRA NEVES LOCACAO DE VEICULOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 14.660 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 41.951.841/0001-61. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 14.660 em 3 pagamentos entre 2025 e 2026
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), despesa de campanha: R$ 12.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 8.686 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 8.686 da campanha e R$ 14.660 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SERVICO AUTONOMO DE SANEAMENTO DE PELOTAS. R$ 6.191 pagos pela cota em 35 despesas
Na campanha de 2022, Daniel Trzeciak pagou R$ 216 a SERVICO AUTONOMO DE SANEAMENTO DE PELOTAS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 6.191 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 35 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 92.220.862/0001-48. Atividade registrada: administracao publica em geral (CNAE 84116).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 6.191 em 35 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 216 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 216 da campanha e R$ 6.191 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
NOSCHANG ARTES GRAFICAS LTDA. R$ 5.105 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2022, Daniel Trzeciak pagou R$ 224.927 a NOSCHANG ARTES GRAFICAS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 5.105 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.027.856/0001-08. Atividade registrada: fabricacao de produtos de papel cartolina papel-cartao e papelao ondulado para uso comercial e de es (CNAE 17419).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 2.096.778 em 23 pagamentos em 2018
- Alceu Moreira (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 1.492.355 em 550 pagamentos entre 2018 e 2026
- Marcon (PT-RS), despesa de campanha: R$ 1.216.787 em 567 pagamentos entre 2018 e 2026
- Bibo Nunes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 314.690 em 23 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 224.927 em 101 pagamentos em 2022
- Marcon (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 192.204 em 16 pagamentos entre 2023 e 2026
- Giovani Feltes (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 177.165 em 42 pagamentos entre 2018 e 2022
- Márcio Biolchi (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 113.355 em 33 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 224.927 da campanha e R$ 5.105 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GRAFICA DIARIO POPULAR LTDA. R$ 1.138 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Daniel Trzeciak pagou R$ 11.310 a GRAFICA DIARIO POPULAR LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.138 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 92.195.429/0001-08. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 22.224 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
- Sanderson (PL-RS), despesa de campanha: R$ 2.314 em 1 pagamento em 2022
- Zucco (PL-RS), despesa de campanha: R$ 2.150 em 1 pagamento em 2022
- Afonso Hamm (PP-RS), despesa de campanha: R$ 1.560 em 1 pagamento em 2018
- Bibo Nunes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 1.335 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.138 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 11.310 da campanha e R$ 1.138 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ADILSON KEMS CRUZ. R$ 2.100 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Daniel Trzeciak pagou R$ 3.600 a ADILSON KEMS CRUZ com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.100 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.007.848/0001-54. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.600 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.100 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- Afonso Hamm (PP-RS), despesa de campanha: R$ 2.000 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Marcelo Moraes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 1.500 em 1 pagamento em 2022
- Bibo Nunes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 850 em 1 pagamento em 2022
- Alexandre Lindenmeyer (PT-RS), despesa de campanha: R$ 600 em 2 pagamentos em 2022
- Alceu Moreira (MDB-RS), despesa de campanha: R$ 400 em 1 pagamento em 2018
- Henrique Fontana (PT-RS), despesa de campanha: R$ 200 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.600 da campanha e R$ 2.100 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RBS - ZERO HORA EDITORA JORNALISTICA S.A.. R$ 1.207 pagos pela cota em 26 despesas
Na campanha de 2022, Daniel Trzeciak pagou R$ 3.313 a RBS - ZERO HORA EDITORA JORNALISTICA S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.207 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 26 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 92.821.701/0001-00. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- Marcelo Moraes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 233.400 em 4 pagamentos em 2018
- Fernanda Melchionna (PSOL-RS), despesa de campanha: R$ 119.298 em 7 pagamentos entre 2018 e 2026
- Lucas Redecker (PSD-RS), despesa de campanha: R$ 108.751 em 5 pagamentos entre 2018 e 2026
- Bibo Nunes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 47.895 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
- Hamilton Mourão (REPUBLICANOS-RS), despesa de campanha: R$ 41.102 em 1 pagamento em 2022
- Daiana Santos (PCdoB-RS), despesa de campanha: R$ 13.076 em 2 pagamentos em 2022
- Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS), despesa de campanha: R$ 11.066 em 2 pagamentos em 2022
- Alceu Moreira (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 10.875 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.313 da campanha e R$ 1.207 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100