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Política BR
Foto de Policial Katia Sastre

Policial Katia Sastre

Deputado(a) federal, PL-SP, 50 anos, nasceu em São Paulo

Pós-Graduação

Ficha Limpa

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Nenhum alerta de alta ou média severidade

Considera a cota parlamentar de 2026, o patrimônio declarado e os conflitos de interesse.

Em 2026

Score
—
Presença
—
Proposições
—
projetos de lei, PEC e afins, sem requerimentos; média 15,9
Cota parlamentar
R$ 0
abaixo da média
Patrimônio declarado
R$ 830.000
TSE 2026
Gastos com alerta
0
0 alertas
Secretários parlamentares
0 de 25
limite da Câmara

Dinheiro da campanha

O que cada candidatura gastou para se eleger, declarado ao TSE. É outro dinheiro, não a cota parlamentar.

Campanha e cota: qual a diferença?

São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

Campanha de 2026
R$ 266.358
7 fornecedores; R$ 1.500 doados por 1 pessoa
Campanha de 2022
R$ 2.574.026
596 fornecedores; R$ 4.500 do próprio candidato
Campanha de 2018
R$ 1.066.021
58 fornecedores; R$ 2.000 doados por 1 pessoa; R$ 2.000 do próprio candidato
Maiores fornecedores das campanhas; 6 também receberam da cota parlamentar
FornecedorEleiçãoPago pela campanhaPago pela cota
AUTO POSTO VISAO LTDA49.285.059/0001-62comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 14.568R$ 1.1001 despesa, 01/2023
SUPREMA MOBILIDADE LTDA24.894.397/0001-70locacao de automoveis sem condutor2022R$ 5.900R$ 5.9002 despesas, 01/2023
CONCESSIONARIA DAS RODOVIAS AYRTON SENNA E CARVALHO PINTO S/A - ECOPISTAS10.841.050/0001-55concessionarias de rodovias pontes tuneis e servicos relacionados2018R$ 89R$ 337 despesas, 01/2023
CONCESSIONARIA DO SISTEMA ANHANGUERA-BANDEIRANTES S/A02.451.848/0001-62concessionarias de rodovias pontes tuneis e servicos relacionados2018R$ 37R$ 12012 despesas, 01/2023
CONCESSIONARIA SPMAR S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL09.191.336/0001-53concessionarias de rodovias pontes tuneis e servicos relacionados2018R$ 21R$ 31 despesa, 01/2023
AUTOPISTA FERNAO DIAS S.A.09.326.342/0001-70concessionarias de rodovias pontes tuneis e servicos relacionados2018R$ 5R$ 31 despesa, 01/2023
FORMULA TECNOLOGIA LTDA20.758.048/0001-70atividades de consultoria em gestao empresarial2018R$ 600.000—
ADYEN DO BRASIL INSTITUICAO DE PAGAMENTO LTDA.14.796.606/0001-90atividades de servicos prestados principalmente as empresas nao especificadas anteriormente2022R$ 579.500—
ARTE VISAO VAN GOGH COMERCIO DE PRODUTOS PROMOCIONAIS LTDA13.361.914/0001-20comercio varejista de outros produtos novos nao especificados anteriormente2022R$ 512.665—
F.A.R.O PROPAGANDA E PUBLICIDADE LTDA09.383.641/0001-47agencias de publicidade2018R$ 196.600—
CELSO FRANCISCO DE MORAES04.658.970/0001-30transporte rodoviario coletivo de passageiros sob regime de fretamento e outros transportes rodoviar2018, 2022R$ 158.000—
VITA PORTO SOCIEDADE DE ADVOGADOS09.204.155/0001-14atividades juridicas, exceto cartorios2018, 2022, 2026R$ 145.000—
ELEICAO 2022 ANA CLAUDIA PERES LUCAS LOPES DEPUTADO ESTADUAL47.471.014/0001-57atividades de organizacoes politicas2022R$ 110.000—
ELEICAO 2022 JUCIANE APARECIDA DA CUNHA DEPUTADO ESTADUAL47.470.407/0001-46atividades de organizacoes politicas2022R$ 100.000—
DIGIGRAF COMERCIAL LTDA22.271.640/0001-79comercio varejista de livros jornais revistas e papelaria2018, 2022R$ 73.150—
ELYON SOLUCOES GRAFICAS LTDA07.046.094/0001-89impressao de materiais para outros usos2026R$ 70.200—
ADRIELLE SANTANA CHAVES 4022751789027.931.791/0001-20servicos de catering bufe e outros servicos de comida preparada2022R$ 61.932—
53.928.068 WILLIAN GABRIEL MOTERANI53.928.068/0001-00atividades de pos-producao cinematografica, de videos e de programas de televisao2026R$ 60.000—

Fonte: TSE, prestação de contas das candidaturas. Doações: só as de pessoas físicas, sem os nomes dos doadores.

Ficha de fatos

O que os dados públicos mostram sobre este deputado, com a fonte de cada fato e a lei que o trataria em tese, isto é, se ficasse provado. Nenhum destes fatos é crime por si: quem decide é a Justiça. O que é crime de um político

  1. 4 fornecedores pagos pela cota e também pela campanha

    R$ 159 da cota parlamentar (dinheiro público) para empresas que também trabalharam na campanha eleitoral.

    Quando
    pagamentos da cota e cadastro da Receita na última atualização
    Fonte
    Câmara/Senado e prestação de contas ao TSE · ver neste perfil
    Em tese, a lei
    Emprego irregular de verbas públicas (Código Penal, art. 315); Improbidade administrativa (Lei 8.429/1992)
    O que falta
    Em tese, só se a cota pagou serviço de campanha (o que é proibido). Falta o que foi entregue em cada contrato.

Ao longo do mandato

Score e presença por ano (0 a 100)
Ver os números em tabela
AnoScorePresença
201941.774.3%
202049.789.7%
202149.992.5%
202249.890.1%

Passagens aéreas e itinerários em 2023

O arquivo da Câmara ainda não traz passagens deste deputado em 2026 (o ano é publicado aos poucos): mostramos 2023, o último com dados. A Câmara publica o nome do passageiro e o trecho de cada passagem paga pela cota, mas não o motivo da viagem. As regras da Câmara definem quem pode viajar com a cota; os dados não permitem dizer se cada viagem cumpriu essas regras. Comparamos só nomes: quem já saiu do gabinete aparece em “outras pessoas”. Para essas, mostramos se o nome é igual ao de um servidor da Câmara, de um candidato do mesmo estado ou de outro parlamentar, ou se tem o sobrenome do deputado: é só igualdade de nomes, sem CPF, e não diz que é a mesma pessoa nem que é parente. Como analisamos

Outras pessoas
1
R$ 1.071

Passagens de outras pessoas, pelo que o nome tem em comum

  • Nome sem correspondência: 1
Passageiro, como publicadoTrechos recentesPassagens
DAL BELO/VALTERBSB/GRU1 (R$ 1.071)

Bens declarados ao TSE em 2026

TipoDescriçãoValor
CASACASA 155 METROS NO MUNICIPIO DE MOGI DAS CRUZES/SPR$ 640.000
CASACASA DE 170 METRO NO MUNICIPIO DE SUZANO/SPR$ 190.000
Total declaradoR$ 830.000

Candidaturas registradas no TSE

Todas as eleições em que se candidatou com o mesmo CPF, com o resultado e o patrimônio declarado em cada uma.

EleiçãoCargoResultadoPatrimônio declarado
2026Deputado federal, PL-SPSUPLENTER$ 830.000
2022Deputado federal, PL-SPSUPLENTER$ 553.703
2018Deputado federal, PL-SPELEITO POR QPR$ 239.020

Votos recebidos

Votos nominais válidos contados pelo TSE. Em eleição para prefeito ou vereador, a posição e a porcentagem são no município. A fatia em cada município é a parte dos votos para o mesmo cargo que foi para este candidato.

2026, eleição para deputado federal em SP

Votos
14.201
suplente
Posição
206º
de 1.045 candidatos
Dos votos para o cargo
0,06%
em SP
Municípios com votos
432
os 5 maiores deram 55,3%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
São Paulo4.8230,10%
Suzano2.0261,3%
Campinas3700,10%
Mogi das Cruzes3680,20%
Franco da Rocha2730,40%
Guarulhos2520,00%
São Bernardo do Campo2250,10%
Poá2230,40%
Itaquaquecetuba1920,10%
Osasco1830,00%

2022, eleição para deputado federal em SP

Votos
60.330
suplente
Posição
101º
de 1.429 candidatos
Dos votos para o cargo
0,27%
em SP
Municípios com votos
604
os 5 maiores deram 41,8%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
São Paulo16.8460,30%
Suzano3.8722,6%
São José dos Campos1.6360,40%
Guarulhos1.4870,20%
Campinas1.3720,20%
Mogi das Cruzes1.2970,60%
Taubaté1.1850,80%
Sertãozinho1.0901,8%
Itaquaquecetuba1.0340,70%
Poá9581,6%

2018, eleição para deputado federal em SP

Votos
264.013
eleito pelo quociente partidário
Posição
7º
de 1.483 candidatos
Dos votos para o cargo
1,4%
em SP
Municípios com votos
642
os 5 maiores deram 51,7%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
São Paulo110.0612,1%
Guarulhos7.9321,6%
Campinas7.0331,4%
Osasco5.9391,9%
Santo André5.6441,7%
Suzano5.1914,1%
São Bernardo do Campo4.8781,3%
São José dos Campos3.0660,90%
Ribeirão Preto3.0521,2%
Mauá2.9991,8%

Fonte: TSE, votação por candidato, município e zona. 2º turno de 2026: resultado oficial totalizado.

Salário e estrutura do mandato

Valores de 2026.

Salário
R$ 46.366/mês
R$ 556.394 por ano
Verba de gabinete
R$ 165.806/mês
para até 25 secretários parlamentares
Auxílio-moradia
R$ 4.253/mês
valor para quem não usa imóvel funcional; se este deputado o recebe, está no perfil oficial da Câmara (o site ainda não tem esse dado)
Secretários parlamentares
0 de 25
limite da Câmara

Possíveis conflitos de interesse

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    CONCESSIONARIA DO SISTEMA ANHANGUERA-BANDEIRANTES S/A. R$ 120 pagos pela cota em 12 despesas

    Na campanha de 2018, Policial Katia Sastre pagou R$ 37 a CONCESSIONARIA DO SISTEMA ANHANGUERA-BANDEIRANTES S/A com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 120 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 12 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.451.848/0001-62. Atividade registrada: concessionarias de rodovias pontes tuneis e servicos relacionados (CNAE 52214).

    Quem pagou esta empresa

    • Jonas Donizette (PSB-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.672 em 144 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Carla Zambelli (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.605 em 146 pagamentos entre 2023 e 2025
    • Vanderlei Macris (PSDB-SP), despesa de campanha: R$ 1.255 em 1 pagamento em 2018
    • Celso Russomanno (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 897 em 3 pagamentos em 2018
    • Felipe Becari (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 794 em 62 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Adilson Barroso (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 489 em 47 pagamentos em 2023
    • Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 485 em 41 pagamentos entre 2024 e 2026
    • Roberto Alves (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 442 em 51 pagamentos em 2018

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 37 da campanha e R$ 120 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 45 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    CONCESSIONARIA DAS RODOVIAS AYRTON SENNA E CARVALHO PINTO S/A - ECOPISTAS. R$ 33 pagos pela cota em 7 despesas

    Na campanha de 2018, Policial Katia Sastre pagou R$ 89 a CONCESSIONARIA DAS RODOVIAS AYRTON SENNA E CARVALHO PINTO S/A - ECOPISTAS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 33 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 10.841.050/0001-55. Atividade registrada: concessionarias de rodovias pontes tuneis e servicos relacionados (CNAE 52214).

    Quem pagou esta empresa

    • Marcio Alvino (PL-SP), despesa de campanha: R$ 478 em 135 pagamentos em 2018
    • Loreny (SOLIDARIEDADE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 175 em 35 pagamentos em 2024
    • Felipe Becari (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 166 em 29 pagamentos entre 2025 e 2026
    • Dimas Fabiano (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 115 em 21 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 89 em 24 pagamentos em 2018
    • Diego Garcia (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 50 em 10 pagamentos entre 2023 e 2024
    • Vicentinho (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 38 em 7 pagamentos em 2025
    • Rui Falcão (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 36 em 8 pagamentos em 2023

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 89 da campanha e R$ 33 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 45 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    CONCESSIONARIA SPMAR S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL. R$ 3 pagos pela cota em 1 despesa

    Na campanha de 2018, Policial Katia Sastre pagou R$ 21 a CONCESSIONARIA SPMAR S.A. - EM RECUPERACAO JUDICIAL com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 09.191.336/0001-53. Atividade registrada: concessionarias de rodovias pontes tuneis e servicos relacionados (CNAE 52214).

    Quem pagou esta empresa

    • Felipe Becari (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 176 em 26 pagamentos entre 2025 e 2026
    • Marcio Alvino (PL-SP), despesa de campanha: R$ 70 em 24 pagamentos em 2018
    • Tabata Amaral (PSB-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 29 em 7 pagamentos em 2023
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 21 em 8 pagamentos em 2018
    • Vinicius Carvalho (PL-SP), despesa de campanha: R$ 14 em 3 pagamentos em 2018
    • Roberto Alves (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 14 em 4 pagamentos em 2018
    • Juliana Cardoso (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 10 em 2 pagamentos em 2025
    • Milton Vieira (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 9 em 3 pagamentos em 2018

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 21 da campanha e R$ 3 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 45 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    AUTOPISTA FERNAO DIAS S.A.. R$ 3 pagos pela cota em 1 despesa

    Na campanha de 2018, Policial Katia Sastre pagou R$ 5 a AUTOPISTA FERNAO DIAS S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 09.326.342/0001-70. Atividade registrada: concessionarias de rodovias pontes tuneis e servicos relacionados (CNAE 52214).

    Quem pagou esta empresa

    • Dimas Fabiano (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.116 em 713 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Miguel Ângelo (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 165 em 59 pagamentos entre 2023 e 2024
    • Greyce Elias (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 113 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Pedro Aihara (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 91 em 32 pagamentos entre 2023 e 2024
    • Eros Biondini (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 81 em 29 pagamentos em 2023
    • Célia Xakriabá (PSOL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 79 em 27 pagamentos entre 2023 e 2025
    • Junio Amaral (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 59 em 20 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Fred Costa (PRD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 39 em 13 pagamentos entre 2023 e 2025

    R$ 5 da campanha e R$ 3 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 45 de 100

Fontes: Câmara dos Deputados (cota, presença, votações, assessores), TSE (bens e candidaturas), Receita Federal (sócios de empresas) e Portal da Transparência (emendas). Como calculamos.

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