Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ATIVAONLINE EDITORA E INDUSTRIA GRAFICA LTDA. R$ 238.240 pagos pela cota em 17 despesas
Na campanha de 2022, Orlando Silva pagou R$ 600.042 a ATIVAONLINE EDITORA E INDUSTRIA GRAFICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 238.240 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 17 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.241.587/0001-81. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 867.746 em 159 pagamentos entre 2022 e 2026
- Felipe Becari (PODE-SP), despesa de campanha: R$ 264.429 em 13 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 238.240 em 17 pagamentos entre 2023 e 2026
- Felipe Becari (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 72.417 em 5 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 600.042 da campanha e R$ 238.240 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO MONTANA LTDA. R$ 156.064 pagos pela cota em 44 despesas
Na campanha de 2018, Orlando Silva pagou R$ 13.865 a AUTO POSTO MONTANA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 156.064 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 44 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 43.513.001/0001-42. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 156.064 em 44 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 30.882 em 24 pagamentos entre 2018 e 2026
- Maria Rosas (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 4.500 em 1 pagamento em 2026
- Maria Rosas (REPUBLICANOS-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.937 em 8 pagamentos em 2023
- Ivan Valente (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 192 em 1 pagamento em 2023
- Professora Luciene Cavalcante (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 169 em 1 pagamento em 2026
- Marina Silva (REDE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 121 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 13.865 da campanha e R$ 156.064 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TELEFONICA BRASIL S.A.. R$ 32.519 pagos pela cota em 43 despesas
Na campanha de 2018, Orlando Silva pagou R$ 534 a TELEFONICA BRASIL S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 32.519 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 43 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.558.157/0001-62. Atividade registrada: telecomunicacoes por fio (CNAE 61108).
Quem pagou esta empresa
- Luiza Erundina (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 102.598 em 238 pagamentos entre 2023 e 2026
- Celso Russomanno (REPUBLICANOS-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 98.115 em 207 pagamentos entre 2023 e 2026
- Cezinha de Madureira (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 95.798 em 48 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Alexandre Barbosa (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 95.715 em 78 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dayany do Capitão (UNIÃO-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 87.508 em 35 pagamentos entre 2023 e 2026
- Átila Lins (PSD-AM), cota parlamentar (Câmara): R$ 78.741 em 86 pagamentos entre 2023 e 2026
- Arlindo Chinaglia (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 77.258 em 85 pagamentos entre 2023 e 2026
- Odair Cunha (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 74.825 em 58 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 534 da campanha e R$ 32.519 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
OLIVA.AG MARKETING LTDA. R$ 60.000 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Orlando Silva pagou R$ 60.000 a OLIVA.AG MARKETING LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 200.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 25.160.423/0001-08. Atividade registrada: atividades de ensino nao especificadas anteriormente (CNAE 85996).
Quem pagou esta empresa
- Guilherme Boulos (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 314.000 em 24 pagamentos entre 2023 e 2025
- Guilherme Boulos (PSOL-SP), despesa de campanha: R$ 239.153 em 1 pagamento em 2022
- Ivan Valente (PSOL-SP), despesa de campanha: R$ 202.900 em 3 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 200.000 em 2 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 106.000 em 7 pagamentos entre 2025 e 2026
- Ivan Valente (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 53.500 em 11 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 200.000 da campanha e R$ 60.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AHM LAVA RAPIDO E TRANSPORTES LTDA. R$ 10.000 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Orlando Silva pagou R$ 50.000 a AHM LAVA RAPIDO E TRANSPORTES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 10.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 35.947.146/0001-23. Atividade registrada: manutencao e reparacao de veiculos automotores (CNAE 45200).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 50.000 em 8 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 15.500 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 50.000 da campanha e R$ 10.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
STILLUS TRANSPORTE SERVICE CAR LTDA. R$ 7.443 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Orlando Silva pagou R$ 16.300 a STILLUS TRANSPORTE SERVICE CAR LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 7.443 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 18.186.505/0001-58. Atividade registrada: transporte rodoviario de taxi (CNAE 49230).
Quem pagou esta empresa
- Alexandre Leite (UNIÃO-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 38.500 em 7 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 16.300 em 5 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.443 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 16.300 da campanha e R$ 7.443 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FLEX MARKETING DIRETO LTDA. R$ 6.200 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Orlando Silva pagou R$ 29.000 a FLEX MARKETING DIRETO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 6.200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 14.437.788/0001-02. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 474.080 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), despesa de campanha: R$ 280.000 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
- Talíria Petrone (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 256.725 em 38 pagamentos entre 2023 e 2026
- Chico Alencar (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 233.170 em 34 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dandara (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 122.600 em 21 pagamentos entre 2023 e 2026
- Doutor Luizinho (PP-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 115.000 em 23 pagamentos entre 2024 e 2026
- Glauber Braga (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 95.000 em 19 pagamentos entre 2024 e 2025
- Talíria Petrone (PSOL-RJ), despesa de campanha: R$ 92.317 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 29.000 da campanha e R$ 6.200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
FLEX MARKETING DIRETO LTDA. R$ 6.200 pagos pela cota em 2 despesas
Orlando Silva destinou R$ 11.175.050 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2022, 2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a FLEX MARKETING DIRETO LTDA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 6.200 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (2 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 14.437.788/0001-02.
Quem pagou esta empresa
- Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 474.080 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ), despesa de campanha: R$ 280.000 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
- Talíria Petrone (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 256.725 em 38 pagamentos entre 2023 e 2026
- Chico Alencar (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 233.170 em 34 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dandara (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 122.600 em 21 pagamentos entre 2023 e 2026
- Doutor Luizinho (PP-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 115.000 em 23 pagamentos entre 2024 e 2026
- Glauber Braga (PSOL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 95.000 em 19 pagamentos entre 2024 e 2025
- Talíria Petrone (PSOL-RJ), despesa de campanha: R$ 92.317 em 3 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
ORLANDO SILVA DE JESUS JUNIOR SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA, sócio ORLANDO SILVA DE JESUS JUNIOR
ORLANDO SILVA DE JESUS JUNIOR aparece como sócio(a) pessoa física de ORLANDO SILVA DE JESUS JUNIOR SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA (CNPJ 58.535.328/0001-92), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Orlando Silva (camara), nome legal comparado: ORLANDO SILVA DE JESUS JUNIOR. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: JESUS, JUNIOR, ORLANDO, SILVA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100