Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
NSF TRANSPORTES LTDA. R$ 108.036 pagos pela cota em 21 despesas
Na campanha de 2022, Milton Vieira pagou R$ 6.580 a NSF TRANSPORTES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 108.036 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 21 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 19.533.015/0001-43. Atividade registrada: transporte rodoviario de taxi (CNAE 49230).
Quem pagou esta empresa
- Ruy Carneiro (PODE-PB), cota parlamentar (Câmara): R$ 472.313 em 82 pagamentos entre 2023 e 2026
- Ely Santos (REPUBLICANOS-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 312.500 em 59 pagamentos entre 2023 e 2026
- Adail Filho (MDB-AM), cota parlamentar (Câmara): R$ 297.000 em 51 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 113.236 em 22 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rafafá (PSDB-PB), despesa de campanha: R$ 54.000 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
- Camila Jara (PT-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 49.000 em 8 pagamentos em 2026
- Leonardo Gadelha (PODE-PB), cota parlamentar (Câmara): R$ 44.639 em 7 pagamentos em 2024
- Ruy Carneiro (PODE-PB), despesa de campanha: R$ 40.733 em 4 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.580 da campanha e R$ 108.036 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PAPELARIA AMERICANA E COMERCIO LTDA. R$ 25.090 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Milton Vieira pagou R$ 70.470 a PAPELARIA AMERICANA E COMERCIO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 25.090 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.366.593/0001-53. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- Maria Rosas (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 174.600 em 2 pagamentos em 2018
- Celso Russomanno (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 163.100 em 13 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 122.420 em 14 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 25.090 em 1 pagamento em 2023
- Marcos Pereira (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 252 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 70.470 da campanha e R$ 25.090 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SHIFTWORKS TECNOLOGIA E MARKETING DO BRASIL LTDA. R$ 14.000 pagos pela cota em 2 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Milton Vieira pagou R$ 14.000 a SHIFTWORKS TECNOLOGIA E MARKETING DO BRASIL LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 25.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 65.693.427/0001-68. Atividade registrada: desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizaveis (CNAE 62023).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 25.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 14.000 em 2 pagamentos em 2026
- Marcos Pereira (REPUBLICANOS-SP), despesa de campanha: R$ 7.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 25.000 da campanha e R$ 14.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PAPELARIA LUMIVALE LTDA. R$ 1.435 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Milton Vieira pagou R$ 1.435 a PAPELARIA LUMIVALE LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 648 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 60.356.110/0001-12. Atividade registrada: comercio varejista de livros, jornais, revistas e papelaria (CNAE 47610).
Quem pagou esta empresa
- Eduardo Cury (PSDB-SP), despesa de campanha: R$ 1.672 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.435 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 649 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 649 da campanha e R$ 1.435 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 60 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
REI DO OLEO URBANOVA LTDA, sócio MILTON VIEIRA PINTO
MILTON VIEIRA PINTO aparece como sócio(a) pessoa física de REI DO OLEO URBANOVA LTDA (CNPJ 52.907.654/0001-05), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Milton Vieira (camara), nome legal comparado: MILTON VIEIRA PINTO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: MILTON, PINTO, VIEIRA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
ABC ASSOCIACAO BENEFICENTE CRISTA, sócio MILTON VIEIRA PINTO
MILTON VIEIRA PINTO aparece como sócio(a) pessoa física de ABC ASSOCIACAO BENEFICENTE CRISTA (CNPJ 02.148.709/0001-64), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Milton Vieira (camara), nome legal comparado: MILTON VIEIRA PINTO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: MILTON, PINTO, VIEIRA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100