Doador que é sócio de fornecedor: o que quer dizer?
O TSE publica o CPF de quem doa à campanha, e a Receita publica os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio de empresa. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Se a Receita não publicou os dígitos, fica só o nome, e pode ser coincidência: a descrição de cada caso diz qual das duas situações é. Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal; é um ponto que merece verificação, não uma acusação.
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GRAFICA EDITORA J ANDRADE LTDA. R$ 59.750 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Nitinho pagou R$ 166.617 a GRAFICA EDITORA J ANDRADE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 59.750 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 13.007.646/0001-42. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- Fabio Reis (PSD-SE), despesa de campanha: R$ 995.341 em 48 pagamentos entre 2018 e 2026
- Gustinho Ribeiro (PP-SE), despesa de campanha: R$ 711.505 em 36 pagamentos entre 2018 e 2026
- Delegada Katarina (PSD-SE), despesa de campanha: R$ 350.788 em 26 pagamentos entre 2022 e 2026
- Thiago de Joaldo (REPUBLICANOS-SE), despesa de campanha: R$ 272.443 em 43 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 251.128 em 20 pagamentos entre 2022 e 2026
- Fabio Reis (PSD-SE), cota parlamentar (Câmara): R$ 199.930 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Laércio Oliveira (PP-SE), despesa de campanha: R$ 199.180 em 27 pagamentos em 2022
- Alessandro Vieira (MDB-SE), despesa de campanha: R$ 150.573 em 105 pagamentos entre 2018 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 166.617 da campanha e R$ 59.750 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Doador de campanha é sócio de fornecedor da cota
REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, sócio SANDRO SILVA DOS SANTOS. R$ 440 pagos pela cota em 2 despesas
SANDRO SILVA DOS SANTOS doou R$ 25.000 à campanha de Nitinho (2022; fonte: TSE, que publica o CPF do doador). Uma pessoa com o mesmo nome completo e os mesmos 6 dígitos do meio do CPF (os que a Receita Federal publica) é sócia de REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, no quadro de sócios desde 28/01/2010, empresa paga por Nitinho com a cota parlamentar: R$ 440 em 2 despesa(s). Os registros têm em comum o nome completo e os 6 dígitos do CPF mascarado; a identidade deve ser confirmada por documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal: é um ponto que merece verificação, não uma acusação. CNPJ: 32.864.795/0002-53.
Quem pagou esta empresa
- Rogério Carvalho (PT-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 16.415 em 19 pagamentos entre 2023 e 2026
- Alexandre Figueiredo (PSD-SE), despesa de campanha: R$ 5.000 em 2 pagamentos em 2018
- Thiago de Joaldo (REPUBLICANOS-SE), despesa de campanha: R$ 4.446 em 6 pagamentos em 2026
- João Daniel (PT-SE), despesa de campanha: R$ 2.520 em 6 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.011 em 6 pagamentos em 2022
- João Daniel (PT-SE), cota parlamentar (Câmara): R$ 443 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 440 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 50 de 100
Doador de campanha é sócio de fornecedor da cota
REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, sócio SANDRO SILVA DOS SANTOS. R$ 257 pagos pela cota em 1 despesa
SANDRO SILVA DOS SANTOS doou R$ 25.000 à campanha de Nitinho (2022; fonte: TSE, que publica o CPF do doador). Uma pessoa com o mesmo nome completo e os mesmos 6 dígitos do meio do CPF (os que a Receita Federal publica) é sócia de REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, no quadro de sócios desde 28/01/2010, empresa paga por Nitinho com a cota parlamentar: R$ 257 em 1 despesa(s). Os registros têm em comum o nome completo e os 6 dígitos do CPF mascarado; a identidade deve ser confirmada por documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal: é um ponto que merece verificação, não uma acusação. CNPJ: 32.864.795/0001-72.
Quem pagou esta empresa
- Fábio Henrique (UNIÃO-SE), despesa de campanha: R$ 115.293 em 21 pagamentos em 2022
- Márcio Macêdo (PT-SE), despesa de campanha: R$ 44.994 em 51 pagamentos em 2018
- Laércio Oliveira (PP-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 17.827 em 25 pagamentos entre 2023 e 2026
- Alessandro Vieira (MDB-SE), despesa de campanha: R$ 17.073 em 9 pagamentos em 2026
- Rogério Carvalho (PT-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 2.998 em 9 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.348 em 5 pagamentos em 2022
- João Daniel (PT-SE), despesa de campanha: R$ 2.184 em 5 pagamentos em 2026
- Alexandre Figueiredo (PSD-SE), despesa de campanha: R$ 2.104 em 8 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 50 de 100
Doador de campanha é sócio de fornecedor da cota
REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, sócio SANDRO SILVA DOS SANTOS. R$ 250 pagos pela cota em 1 despesa
SANDRO SILVA DOS SANTOS doou R$ 25.000 à campanha de Nitinho (2022; fonte: TSE, que publica o CPF do doador). Uma pessoa com o mesmo nome completo e os mesmos 6 dígitos do meio do CPF (os que a Receita Federal publica) é sócia de REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, no quadro de sócios desde 28/01/2010, empresa paga por Nitinho com a cota parlamentar: R$ 250 em 1 despesa(s). Os registros têm em comum o nome completo e os 6 dígitos do CPF mascarado; a identidade deve ser confirmada por documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal: é um ponto que merece verificação, não uma acusação. CNPJ: 32.864.795/0011-44.
Quem pagou esta empresa
- Rogério Carvalho (PT-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 8.449 em 17 pagamentos entre 2023 e 2026
- João Daniel (PT-SE), despesa de campanha: R$ 1.067 em 3 pagamentos em 2026
- Alexandre Figueiredo (PSD-SE), despesa de campanha: R$ 324 em 1 pagamento em 2022
- Rodrigo Valadares (PL-SE), cota parlamentar (Câmara): R$ 290 em 1 pagamento em 2025
- Delegada Katarina (PSD-SE), cota parlamentar (Câmara): R$ 266 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 250 em 1 pagamento em 2025
- Thiago de Joaldo (REPUBLICANOS-SE), despesa de campanha: R$ 200 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 50 de 100
Doador de campanha é sócio de fornecedor da cota
REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, sócio SANDRO SILVA DOS SANTOS. R$ 200 pagos pela cota em 1 despesa
SANDRO SILVA DOS SANTOS doou R$ 25.000 à campanha de Nitinho (2022; fonte: TSE, que publica o CPF do doador). Uma pessoa com o mesmo nome completo e os mesmos 6 dígitos do meio do CPF (os que a Receita Federal publica) é sócia de REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, no quadro de sócios desde 28/01/2010, empresa paga por Nitinho com a cota parlamentar: R$ 200 em 1 despesa(s). Os registros têm em comum o nome completo e os 6 dígitos do CPF mascarado; a identidade deve ser confirmada por documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal: é um ponto que merece verificação, não uma acusação. CNPJ: 32.864.795/0005-04.
Quem pagou esta empresa
- Laércio Oliveira (PP-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 160.803 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rodrigo Valadares (PL-SE), cota parlamentar (Câmara): R$ 39.336 em 20 pagamentos entre 2024 e 2026
- Bosco Costa (PL-SE), despesa de campanha: R$ 7.475 em 4 pagamentos em 2018
- Rogério Carvalho (PT-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 5.625 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
- Laercio Oliveira (PP-SE), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.958 em 1 pagamento em 2023
- Alexandre Figueiredo (PSD-SE), despesa de campanha: R$ 301 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 263 em 2 pagamentos em 2022
- João Daniel (PT-SE), despesa de campanha: R$ 200 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 50 de 100
Doador de campanha é sócio de fornecedor da cota
REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, sócio SANDRO SILVA DOS SANTOS. R$ 200 pagos pela cota em 1 despesa
SANDRO SILVA DOS SANTOS doou R$ 25.000 à campanha de Nitinho (2022; fonte: TSE, que publica o CPF do doador). Uma pessoa com o mesmo nome completo e os mesmos 6 dígitos do meio do CPF (os que a Receita Federal publica) é sócia de REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, no quadro de sócios desde 28/01/2010, empresa paga por Nitinho com a cota parlamentar: R$ 200 em 1 despesa(s). Os registros têm em comum o nome completo e os 6 dígitos do CPF mascarado; a identidade deve ser confirmada por documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal: é um ponto que merece verificação, não uma acusação. CNPJ: 32.864.795/0010-63.
Quem pagou esta empresa
- Laércio Oliveira (PP-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 15.815 em 20 pagamentos entre 2023 e 2026
- João Daniel (PT-SE), despesa de campanha: R$ 4.851 em 7 pagamentos em 2026
- Rogério Carvalho (PT-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 3.017 em 6 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 52 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 50 de 100
Doador de campanha é sócio de fornecedor da cota
REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, sócio SANDRO SILVA DOS SANTOS. R$ 192 pagos pela cota em 1 despesa
SANDRO SILVA DOS SANTOS doou R$ 25.000 à campanha de Nitinho (2022; fonte: TSE, que publica o CPF do doador). Uma pessoa com o mesmo nome completo e os mesmos 6 dígitos do meio do CPF (os que a Receita Federal publica) é sócia de REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA, no quadro de sócios desde 28/01/2010, empresa paga por Nitinho com a cota parlamentar: R$ 192 em 1 despesa(s). Os registros têm em comum o nome completo e os 6 dígitos do CPF mascarado; a identidade deve ser confirmada por documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal: é um ponto que merece verificação, não uma acusação. CNPJ: 32.864.795/0006-87.
Quem pagou esta empresa
- Rogério Carvalho (PT-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 3.160 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- Alexandre Figueiredo (PSD-SE), despesa de campanha: R$ 1.914 em 5 pagamentos em 2022
- Fabio Reis (PSD-SE), cota parlamentar (Câmara): R$ 559 em 2 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 192 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 50 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA. R$ 440 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Nitinho pagou R$ 2.011 a REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 440 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 32.864.795/0002-53. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Rogério Carvalho (PT-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 16.415 em 19 pagamentos entre 2023 e 2026
- Alexandre Figueiredo (PSD-SE), despesa de campanha: R$ 5.000 em 2 pagamentos em 2018
- Thiago de Joaldo (REPUBLICANOS-SE), despesa de campanha: R$ 4.446 em 6 pagamentos em 2026
- João Daniel (PT-SE), despesa de campanha: R$ 2.520 em 6 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.011 em 6 pagamentos em 2022
- João Daniel (PT-SE), cota parlamentar (Câmara): R$ 443 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 440 em 2 pagamentos entre 2024 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.011 da campanha e R$ 440 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA. R$ 257 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Nitinho pagou R$ 2.348 a REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 257 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 32.864.795/0001-72. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Fábio Henrique (UNIÃO-SE), despesa de campanha: R$ 115.293 em 21 pagamentos em 2022
- Márcio Macêdo (PT-SE), despesa de campanha: R$ 44.994 em 51 pagamentos em 2018
- Laércio Oliveira (PP-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 17.827 em 25 pagamentos entre 2023 e 2026
- Alessandro Vieira (MDB-SE), despesa de campanha: R$ 17.073 em 9 pagamentos em 2026
- Rogério Carvalho (PT-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 2.998 em 9 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.348 em 5 pagamentos em 2022
- João Daniel (PT-SE), despesa de campanha: R$ 2.184 em 5 pagamentos em 2026
- Alexandre Figueiredo (PSD-SE), despesa de campanha: R$ 2.104 em 8 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.348 da campanha e R$ 257 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA. R$ 200 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Nitinho pagou R$ 263 a REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 32.864.795/0005-04. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Laércio Oliveira (PP-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 160.803 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rodrigo Valadares (PL-SE), cota parlamentar (Câmara): R$ 39.336 em 20 pagamentos entre 2024 e 2026
- Bosco Costa (PL-SE), despesa de campanha: R$ 7.475 em 4 pagamentos em 2018
- Rogério Carvalho (PT-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 5.625 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
- Laercio Oliveira (PP-SE), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.958 em 1 pagamento em 2023
- Alexandre Figueiredo (PSD-SE), despesa de campanha: R$ 301 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 263 em 2 pagamentos em 2022
- João Daniel (PT-SE), despesa de campanha: R$ 200 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 263 da campanha e R$ 200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA. R$ 200 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Nitinho pagou R$ 52 a REDE DE POSTOS PRESIDENTE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 32.864.795/0010-63. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Laércio Oliveira (PP-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 15.815 em 20 pagamentos entre 2023 e 2026
- João Daniel (PT-SE), despesa de campanha: R$ 4.851 em 7 pagamentos em 2026
- Rogério Carvalho (PT-SE), cota parlamentar (Senado): R$ 3.017 em 6 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 52 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 52 da campanha e R$ 200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100