O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PENSE LOCADORAS DE VEICULOS EIRELI. R$ 319.034 pagos pela cota em 77 despesas
Na campanha de 2018, Maria do Rosário pagou R$ 14.850 a PENSE LOCADORAS DE VEICULOS EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 319.034 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 77 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 18.527.907/0001-79. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 319.034 em 77 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 58.350 em 7 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 14.850 da campanha e R$ 319.034 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GRAFICA E EDITORA V C LTDA. R$ 159.523 pagos pela cota em 18 despesas
Na campanha de 2018, Maria do Rosário pagou R$ 199.611 a GRAFICA E EDITORA V C LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 159.523 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 18 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 73.984.692/0001-23. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.255.550 em 203 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 159.523 em 18 pagamentos entre 2023 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 199.611 da campanha e R$ 159.523 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JULIO CESAR SANT ANNA MATTOS. R$ 213.484 pagos pela cota em 38 despesas
Na campanha de 2022, Maria do Rosário pagou R$ 50.000 a JULIO CESAR SANT ANNA MATTOS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 213.484 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 38 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 33.360.381/0001-79. Atividade registrada: atividades de vigilancia e seguranca privada (CNAE 80111).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 213.484 em 38 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 50.000 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 50.000 da campanha e R$ 213.484 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
LUCIO UBERDAN FERNANDES DE MACEDO - EIRELI. R$ 117.880 pagos pela cota em 32 despesas
Maria do Rosário destinou R$ 3.631.861 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Comunicações / Tecnologia da informação, Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2022, 2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a LUCIO UBERDAN FERNANDES DE MACEDO - EIRELI. Separadamente, o gabinete pagou R$ 117.880 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (32 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 22.613.238/0001-25.
Quem pagou esta empresa
- Bohn Gass (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 229.290 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- Reginete Bispo (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 148.979 em 19 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 132.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 117.880 em 32 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bohn Gass (PT-RS), despesa de campanha: R$ 12.000 em 1 pagamento em 2022
- Reginete Bispo (PT-RS), despesa de campanha: R$ 9.250 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TELEFONICA BRASIL S.A.. R$ 26.854 pagos pela cota em 44 despesas
Na campanha de 2018, Maria do Rosário pagou R$ 857 a TELEFONICA BRASIL S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 26.854 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 44 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.558.157/0001-62. Atividade registrada: telecomunicacoes por fio (CNAE 61108).
Quem pagou esta empresa
- Luiza Erundina (PSOL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 102.598 em 238 pagamentos entre 2023 e 2026
- Celso Russomanno (REPUBLICANOS-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 96.001 em 202 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Alexandre Barbosa (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 95.715 em 78 pagamentos entre 2023 e 2026
- Cezinha de Madureira (PL-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 94.383 em 47 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dayany do Capitão (UNIÃO-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 87.508 em 35 pagamentos entre 2023 e 2026
- Átila Lins (PSD-AM), cota parlamentar (Câmara): R$ 76.983 em 84 pagamentos entre 2023 e 2026
- Arlindo Chinaglia (PT-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 75.706 em 83 pagamentos entre 2023 e 2026
- Odair Cunha (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 73.707 em 56 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 857 da campanha e R$ 26.854 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RICARDO BONAMIGO TONIAL - EIRELI. R$ 9.062 pagos pela cota em 42 despesas
Na campanha de 2022, Maria do Rosário pagou R$ 2.007 a RICARDO BONAMIGO TONIAL - EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.062 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 42 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 11.591.248/0001-90. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.062 em 42 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pedro Westphalen (PP-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.799 em 24 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.007 em 9 pagamentos em 2022
- Luciano Azevedo (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 539 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
- Sanderson (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 449 em 2 pagamentos em 2024
- Daniel Trzeciak (PSDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 402 em 2 pagamentos em 2023
- Luis Carlos Heinze (PP-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 303 em 1 pagamento em 2023
- Giovani Cherini (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 293 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.007 da campanha e R$ 9.062 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LUCIO U.F DE MACEDO LTDA. R$ 26.400 pagos pela cota em 6 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Maria do Rosário pagou R$ 26.400 a LUCIO U.F DE MACEDO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 132.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 22.613.238/0001-25. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- Bohn Gass (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 229.290 em 39 pagamentos entre 2023 e 2026
- Reginete Bispo (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 148.979 em 19 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 132.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 117.880 em 32 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bohn Gass (PT-RS), despesa de campanha: R$ 12.000 em 1 pagamento em 2022
- Reginete Bispo (PT-RS), despesa de campanha: R$ 9.250 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 132.000 da campanha e R$ 26.400 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. R$ 8.017 pagos pela cota em 8 despesas
Maria do Rosário destinou R$ 3.631.861 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Comunicações / Tecnologia da informação, Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2022, 2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. Separadamente, o gabinete pagou R$ 8.017 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (8 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
BELLER COMERCIO DE PAPEIS LTDA. R$ 1.739 pagos pela cota em 28 despesas
Na campanha de 2022, Maria do Rosário pagou R$ 916 a BELLER COMERCIO DE PAPEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.739 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 28 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.563.868/0003-85. Atividade registrada: comercio varejista de livros jornais revistas e papelaria (CNAE 47610).
Quem pagou esta empresa
- Afonso Motta (PDT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.547 em 12 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.739 em 28 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marcon (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.181 em 12 pagamentos entre 2023 e 2026
- Osmar Terra (PL-RS), despesa de campanha: R$ 994 em 8 pagamentos entre 2018 e 2022
- Bibo Nunes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 969 em 12 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 916 em 11 pagamentos em 2022
- Daiana Santos (PCdoB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 901 em 6 pagamentos entre 2023 e 2026
- Bohn Gass (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 642 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 916 da campanha e R$ 1.739 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTOLOCADORA LINCK MELLO LTDA. R$ 5.827 pagos pela cota em 2 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Maria do Rosário pagou R$ 5.827 a AUTOLOCADORA LINCK MELLO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 7.820 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 09.146.749/0001-16. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Bibo Nunes (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 382.677 em 82 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Paim (PT-RS), cota parlamentar (Senado): R$ 221.872 em 93 pagamentos entre 2023 e 2026
- Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 181.500 em 25 pagamentos entre 2024 e 2026
- Giovani Cherini (PL-RS), despesa de campanha: R$ 136.558 em 54 pagamentos entre 2022 e 2026
- Reginete Bispo (PT-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 123.970 em 38 pagamentos entre 2023 e 2025
- Zucco (PL-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 123.186 em 31 pagamentos entre 2024 e 2026
- Ronaldo Nogueira (REPUBLICANOS-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 60.725 em 17 pagamentos entre 2024 e 2025
- Bibo Nunes (PL-RS), despesa de campanha: R$ 59.904 em 13 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 7.820 da campanha e R$ 5.827 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 4.009 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Maria do Rosário pagou R$ 81.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.009 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 81.000 da campanha e R$ 4.009 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100