Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Doador que é sócio de fornecedor: o que quer dizer?
O TSE publica o CPF de quem doa à campanha, e a Receita publica os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio de empresa. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Se a Receita não publicou os dígitos, fica só o nome, e pode ser coincidência: a descrição de cada caso diz qual das duas situações é. Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal; é um ponto que merece verificação, não uma acusação.
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EDITORA JORNAL DA REGIAO LTDA. R$ 8.500 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2018, Luiz Lima pagou R$ 2.000 a EDITORA JORNAL DA REGIAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 8.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.907.586/0001-35. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 8.500 em 5 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 7.000 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Bandeira de Mello (PV-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 6.500 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.000 da campanha e R$ 8.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MEGAO 7 POSTO DE SERVICOS LTDA. R$ 1.759 pagos pela cota em 7 despesas
Na campanha de 2018, Luiz Lima pagou R$ 4.800 a MEGAO 7 POSTO DE SERVICOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.759 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.400.284/0001-00. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.800 em 3 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.759 em 7 pagamentos entre 2024 e 2025
- Dr. Daniel Soranz (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 204 em 1 pagamento em 2026
- Hugo Leal (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 116 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.800 da campanha e R$ 1.759 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Doador de campanha é sócio de fornecedor da cota
POSTO SOL DA DUTRA LTDA, sócio FELIPE ANCEDE MONTEIRO DA COSTA. R$ 601 pagos pela cota em 2 despesas
FELIPE ANCEDE MONTEIRO DA COSTA doou R$ 10.000 à campanha de Luiz Lima (2018; fonte: TSE, que publica o CPF do doador). Uma pessoa com o mesmo nome completo e os mesmos 6 dígitos do meio do CPF (os que a Receita Federal publica) é sócia de POSTO SOL DA DUTRA LTDA, no quadro de sócios desde 05/09/2025, empresa paga por Luiz Lima com a cota parlamentar: R$ 601 em 2 despesa(s). Os registros têm em comum o nome completo e os 6 dígitos do CPF mascarado; a identidade deve ser confirmada por documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Doar a uma campanha e ser fornecedor não é ilegal: é um ponto que merece verificação, não uma acusação. CNPJ: 06.012.414/0004-60.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 601 em 2 pagamentos entre 2025 e 2026
- Chris Tonietto (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 477 em 3 pagamentos entre 2024 e 2025
- Carlos Portinho (PL-RJ), cota parlamentar (Senado): R$ 223 em 1 pagamento em 2024
- Sargento Portugal (PODE-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 198 em 1 pagamento em 2025
- Dani Cunha (PL-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 154 em 1 pagamento em 2023
- Presidência da República, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 150 em 1 pagamento em 2026
- Dimas Fabiano (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 149 em 1 pagamento em 2024
- David Soares (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 80 em 1 pagamento em 2025
índice de semelhança 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO JAPOR DE CANTAGALO LTDA.. R$ 295 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Luiz Lima pagou R$ 4.993 a AUTO POSTO JAPOR DE CANTAGALO LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 295 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 29.235.744/0001-77. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.993 em 9 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 295 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.993 da campanha e R$ 295 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
10K COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA, sócio LUIZ EDUARDO CARNEIRO DA SILVA DE SOUZA LIMA
LUIZ EDUARDO CARNEIRO DA SILVA DE SOUZA LIMA aparece como sócio(a) pessoa física de 10K COMERCIO IMPORTACAO E EXPORTACAO LTDA (CNPJ 13.620.870/0001-05), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Luiz Lima (camara), nome legal comparado: LUIZ EDUARDO CARNEIRO DA SILVA DE SOUZA LIMA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: CARNEIRO, EDUARDO, LIMA, LUIZ, SILVA, SOUZA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
VITORIA REGIA EMPREENDIMENTOS AQUATICOS LTDA, sócio LUIZ EDUARDO CARNEIRO DA SILVA DE SOUZA LIMA
LUIZ EDUARDO CARNEIRO DA SILVA DE SOUZA LIMA aparece como sócio(a) pessoa física de VITORIA REGIA EMPREENDIMENTOS AQUATICOS LTDA (CNPJ 04.392.495/0001-00), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Luiz Lima (camara), nome legal comparado: LUIZ EDUARDO CARNEIRO DA SILVA DE SOUZA LIMA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: CARNEIRO, EDUARDO, LIMA, LUIZ, SILVA, SOUZA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100