Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
VERAS SERVICOS COMBINADOS DE ESCRITORIO E APOIO ADMINISTRATIVO LTDA, sócio REGINALDO VERAS COELHO
REGINALDO VERAS COELHO é sócio/a pessoa física de VERAS SERVICOS COMBINADOS DE ESCRITORIO E APOIO ADMINISTRATIVO LTDA (CNPJ 24.765.944/0001-18), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Prof. Reginaldo Veras (camara), nome legal comparado: REGINALDO VERAS COELHO. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: COELHO, REGINALDO, VERAS.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GC FERNANDES GRAFICA E EDITORA - EIRELI. R$ 19.850 pagos pela cota em 6 despesas
Na campanha de 2022, Prof. Reginaldo Veras pagou R$ 176.950 a GC FERNANDES GRAFICA E EDITORA - EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 19.850 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 6 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 06.271.777/0001-77. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 306.077 em 30 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 19.850 em 6 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 176.950 da campanha e R$ 19.850 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
UMBIT CRIATIVO LTDA. R$ 81.650 pagos pela cota em 8 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Prof. Reginaldo Veras pagou R$ 81.650 a UMBIT CRIATIVO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 177.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 23.165.851/0001-90. Atividade registrada: design e decoracao de interiores (CNAE 74102).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 177.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 98.650 em 10 pagamentos entre 2025 e 2026
- Fernando Mineiro (PT-RN), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.000 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 177.000 da campanha e R$ 81.650 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
G.M DE BARROS EIRELI. R$ 8.230 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Prof. Reginaldo Veras pagou R$ 65.997 a G.M DE BARROS EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 8.230 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.286.142/0001-62. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 65.997 em 46 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 8.230 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 65.997 da campanha e R$ 8.230 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
TAGUAGRAFICA E IMPRESSAO DIGITAL LTDA. R$ 44.860 pagos pela cota em 4 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Prof. Reginaldo Veras pagou R$ 44.860 a TAGUAGRAFICA E IMPRESSAO DIGITAL LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 120.100 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 28.172.982/0001-18. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 120.100 em 9 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 53.860 em 5 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 120.100 da campanha e R$ 44.860 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LOGUS PRODUCOES, LOCACOES, CURSOS E EVENTOS LTDA. R$ 13.000 pagos pela cota em 2 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Prof. Reginaldo Veras pagou R$ 13.000 a LOGUS PRODUCOES, LOCACOES, CURSOS E EVENTOS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 61.363 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 29.208.530/0001-01. Atividade registrada: atividades de organizacao de eventos, exceto culturais e esportivos (CNAE 82300).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 61.363 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 13.000 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 61.363 da campanha e R$ 13.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100
Sócio com o mesmo sobrenome em empresa fornecedora
RESTAURANTE DA GRACA EIRELI, sócio MARCELO PEREIRA VERAS. R$ 99 pagos pela cota em 1 despesa
MARCELO PEREIRA VERAS é sócio/a de RESTAURANTE DA GRACA EIRELI (CNPJ 26.666.286/0001-32), empresa que recebeu R$ 98,89 em 1 despesa(s) de Prof. Reginaldo Veras. Sobrenomes comuns: VERAS.
Quem pagou esta empresa
- Sargento Fahur (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 6.311 em 76 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulão (PT-AL), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.114 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
- Luiz Antonio Corrêa (PP-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 281 em 1 pagamento em 2025
- Ana Paula Lobato (PSB-MA), cota parlamentar (Senado): R$ 267 em 1 pagamento em 2025
- Merlong Solano (PT-PI), cota parlamentar (Câmara): R$ 225 em 2 pagamentos em 2023
- Pastor Eurico (PSDB-PE), cota parlamentar (Câmara): R$ 204 em 2 pagamentos em 2023
- Welter (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 195 em 2 pagamentos em 2023
- Não identificado, cota parlamentar (Senado): R$ 115 em 1 pagamento em 2024
índice de semelhança 55 de 100