O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RGM COMERCIO DE PETROLEO LTDA. R$ 61.386 pagos pela cota em 273 despesas
Na campanha de 2022, Messias Donato pagou R$ 26.451 a RGM COMERCIO DE PETROLEO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 61.386 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 273 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 34.765.228/0001-94. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 61.386 em 273 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 27.717 em 104 pagamentos entre 2022 e 2026
- Helder Salomão (PT-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.973 em 9 pagamentos em 2026
- Gilson Daniel (PODE-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 826 em 3 pagamentos entre 2024 e 2025
- Fabiano Contarato (PT-ES), cota parlamentar (Senado): R$ 542 em 2 pagamentos entre 2025 e 2026
- Gilvan da Federal (PL-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 440 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
- Jack Rocha (PT-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 398 em 2 pagamentos em 2026
- Dr. Victor Linhalis (PSB-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 100 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 26.451 da campanha e R$ 61.386 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
KELLY BARCELOS - MEGA PRODUCOES. R$ 123.730 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2022, Messias Donato pagou R$ 48.910 a KELLY BARCELOS - MEGA PRODUCOES com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 123.730 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.469.773/0001-80. Atividade registrada: atividades de organizacao de eventos exceto culturais e esportivos (CNAE 82300).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 123.730 em 8 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 48.910 em 5 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 48.910 da campanha e R$ 123.730 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
WELLINGTON ABNER DA SILVA. R$ 89.000 pagos pela cota em 20 despesas
Messias Donato destinou R$ 500.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2025). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a WELLINGTON ABNER DA SILVA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 89.000 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (20 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 56.958.976/0001-26.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 89.000 em 20 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
56.958.976 WELLINGTON ABNER DA SILVA. R$ 43.000 pagos pela cota em 9 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Messias Donato pagou R$ 43.000 a 56.958.976 WELLINGTON ABNER DA SILVA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 6.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 56.958.976/0001-26. Atividade registrada: atividades de pos-producao cinematografica, de videos e de programas de televisao (CNAE 59120).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 89.000 em 20 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.000 da campanha e R$ 43.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. R$ 12.464 pagos pela cota em 18 despesas
Messias Donato destinou R$ 500.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2025). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.. Separadamente, o gabinete pagou R$ 12.464 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (18 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
JORNAL CANELA VERDE EIRELI. R$ 2.230 pagos pela cota em 2 despesas
Messias Donato destinou R$ 500.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2025). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a JORNAL CANELA VERDE EIRELI. Separadamente, o gabinete pagou R$ 2.230 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (2 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 23.191.363/0001-57.
Quem pagou esta empresa
- Dr. Victor Linhalis (PSB-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 311.350 em 6 pagamentos entre 2023 e 2026
- Neucimar Fraga (PP-ES), despesa de campanha: R$ 202.457 em 34 pagamentos em 2022
- Dr. Victor Linhalis (PSB-ES), despesa de campanha: R$ 52.123 em 62 pagamentos em 2022
- Neucimar Fraga (PP-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 17.000 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.250 em 3 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.230 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JORNAL CANELA VERDE LTDA. R$ 2.230 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Messias Donato pagou R$ 2.250 a JORNAL CANELA VERDE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.230 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 23.191.363/0001-57. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- Dr. Victor Linhalis (PSB-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 311.350 em 6 pagamentos entre 2023 e 2026
- Neucimar Fraga (PP-ES), despesa de campanha: R$ 202.457 em 34 pagamentos em 2022
- Dr. Victor Linhalis (PSB-ES), despesa de campanha: R$ 52.123 em 62 pagamentos em 2022
- Neucimar Fraga (PP-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 17.000 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 2.250 em 3 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.230 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.250 da campanha e R$ 2.230 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 6.232 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2022, Messias Donato pagou R$ 25.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 6.232 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 25.000 da campanha e R$ 6.232 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA.. R$ 1.536 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2022, Messias Donato pagou R$ 10.000 a GOOGLE BRASIL INTERNET LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.536 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 06.990.590/0001-23. Atividade registrada: portais provedores de conteudo e outros servicos de informacao na internet (CNAE 63194).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 58.494.158 em 56 pagamentos entre 2018 e 2022
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 528.000 em 11 pagamentos em 2022
- Danilo Forte (PP-CE), despesa de campanha: R$ 521.000 em 8 pagamentos entre 2018 e 2022
- Romário (S/Partido-RJ), despesa de campanha: R$ 499.986 em 3 pagamentos em 2022
- Alberto Mourão (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 440.000 em 7 pagamentos em 2022
- Deltan Dallagnol (PODE-PR), despesa de campanha: R$ 440.000 em 10 pagamentos em 2022
- Marcos Pollon (PL-MS), despesa de campanha: R$ 410.000 em 6 pagamentos em 2022
- Ricardo Salles (NOVO-SP), despesa de campanha: R$ 387.000 em 7 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 1.536 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100