Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VERA FRANCILIA GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 51.500 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Lêda Borges pagou R$ 463.328 a VERA FRANCILIA GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 51.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 06.227.397/0001-35. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- Damares Alves (REPUBLICANOS-DF), despesa de campanha: R$ 704.155 em 18 pagamentos em 2022
- Julio Cesar Ribeiro (REPUBLICANOS-DF), despesa de campanha: R$ 538.648 em 170 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 527.958 em 113 pagamentos entre 2022 e 2026
- Gilvan Maximo (REPUBLICANOS-DF), despesa de campanha: R$ 342.980 em 99 pagamentos entre 2022 e 2026
- Tadeu Filippelli (MDB-DF), despesa de campanha: R$ 319.910 em 22 pagamentos em 2018
- Prof. Paulo Fernando (REPUBLICANOS-DF), despesa de campanha: R$ 131.154 em 27 pagamentos em 2022
- Julio Cesar Ribeiro (REPUBLICANOS-DF), cota parlamentar (Câmara): R$ 80.000 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Fred Linhares (REPUBLICANOS-DF), despesa de campanha: R$ 57.000 em 6 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 463.328 da campanha e R$ 51.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SUPREMA MOBILIDADE LTDA. R$ 481.100 pagos pela cota em 55 despesas
Na campanha de 2022, Lêda Borges pagou R$ 32.667 a SUPREMA MOBILIDADE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 481.100 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 55 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.894.397/0001-70. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 481.100 em 55 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dr. Luiz Ovando (PP-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 452.403 em 75 pagamentos entre 2023 e 2026
- Felipe Becari (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 303.737 em 60 pagamentos entre 2023 e 2026
- Nikolas Ferreira (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 288.707 em 79 pagamentos entre 2023 e 2025
- Tiririca (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 268.991 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
- Prof. Reginaldo Veras (PV-DF), cota parlamentar (Câmara): R$ 268.700 em 55 pagamentos entre 2023 e 2026
- Daniel Barbosa (PP-AL), cota parlamentar (Câmara): R$ 257.145 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rafael Prudente (MDB-DF), cota parlamentar (Câmara): R$ 254.567 em 48 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 32.667 da campanha e R$ 481.100 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MARIA GERALDA DE JESUS A MINEIRA. R$ 8.633 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Lêda Borges pagou R$ 5.264 a MARIA GERALDA DE JESUS A MINEIRA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 8.633 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 26.721.365/0001-07. Atividade registrada: comercio varejista de livros jornais revistas e papelaria (CNAE 47610).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 11.086 em 83 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 8.633 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.264 da campanha e R$ 8.633 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AGENCIA BRUNO COSTA LTDA. R$ 80.000 pagos pela cota em 8 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Lêda Borges pagou R$ 80.000 a AGENCIA BRUNO COSTA LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 90.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 20.161.082/0001-63. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 134.500 em 17 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 90.000 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 90.000 da campanha e R$ 80.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
BRUNO LUIZ DA CRUZ COSTA. R$ 134.500 pagos pela cota em 17 despesas
Lêda Borges destinou R$ 300.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a BRUNO LUIZ DA CRUZ COSTA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 134.500 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (17 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 20.161.082/0001-63.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 134.500 em 17 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 90.000 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO BEATRIZ DERIVADOS DE PETROLEO LTDA. R$ 502 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Lêda Borges pagou R$ 502 a POSTO BEATRIZ DERIVADOS DE PETROLEO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 8.140 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 02.515.066/0001-40. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Adriano do Baldy (PP-GO), despesa de campanha: R$ 19.001 em 11 pagamentos entre 2018 e 2022
- Hildo do Candango (REPUBLICANOS-GO), despesa de campanha: R$ 14.070 em 3 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 8.140 em 12 pagamentos em 2026
- João Campos (REPUBLICANOS-GO), despesa de campanha: R$ 5.000 em 1 pagamento em 2018
- Magda Mofatto (PL-GO), despesa de campanha: R$ 4.000 em 3 pagamentos em 2018
- Marangoni (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 912 em 4 pagamentos entre 2024 e 2025
- Célio Silveira (MDB-GO), despesa de campanha: R$ 628 em 3 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 502 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 8.140 da campanha e R$ 502 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO CAMPOS MESQUITA LTDA. R$ 176 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Lêda Borges pagou R$ 51.752 a AUTO POSTO CAMPOS MESQUITA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 176 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 06.237.282/0001-21. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 51.752 em 28 pagamentos em 2022
- Adriano do Baldy (PP-GO), despesa de campanha: R$ 4.000 em 6 pagamentos em 2022
- Jeferson Rodrigues (PSDB-GO), despesa de campanha: R$ 750 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 176 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 51.752 da campanha e R$ 176 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
FACULDADE FENIX, sócio LEDA BORGES DE MOURA
LEDA BORGES DE MOURA aparece como sócio(a) pessoa física de FACULDADE FENIX (CNPJ 03.267.935/0001-27), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Lêda Borges (camara), nome legal comparado: LEDA BORGES DE MOURA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: BORGES, LEDA, MOURA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
ASSOCIACAO EDUCACIONAL FENIX, sócio LEDA BORGES DE MOURA
LEDA BORGES DE MOURA aparece como sócio(a) pessoa física de ASSOCIACAO EDUCACIONAL FENIX (CNPJ 03.245.871/0001-63), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Lêda Borges (camara), nome legal comparado: LEDA BORGES DE MOURA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: BORGES, LEDA, MOURA.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100