Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando esses dígitos e o nome batem com os do político, é a mesma pessoa (“confirmado pelo CPF”). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Sócio de empresa, confirmado pelo nome e pelo CPF
JARA & JARA LTDA, sócio CAMILA BAZACHI JARA MARZOCHI
CAMILA BAZACHI JARA MARZOCHI é sócio/a pessoa física de JARA & JARA LTDA (CNPJ 00.128.820/0001-63), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Camila Jara (camara), nome legal comparado: CAMILA BAZACHI JARA MARZOCHI. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: BAZACHI, CAMILA, JARA, MARZOCHI.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EVERSON VIANA TAVARES STUDIO FOTOGRAFICO. R$ 663.940 pagos pela cota em 33 despesas
Na campanha de 2022, Camila Jara pagou R$ 20.000 a EVERSON VIANA TAVARES STUDIO FOTOGRAFICO com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 663.940 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 33 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 18.979.303/0001-63. Atividade registrada: atividades fotograficas e similares (CNAE 74200).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 663.940 em 33 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 38.000 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 20.000 da campanha e R$ 663.940 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VALDEVINO SOLUCOES GRAFICAS LTDA. R$ 102.505 pagos pela cota em 17 despesas
Na campanha de 2022, Camila Jara pagou R$ 91.490 a VALDEVINO SOLUCOES GRAFICAS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 102.505 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 17 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 10.306.434/0001-78. Atividade registrada: fotocopias preparacao de documentos e outros servicos especializados de apoio administrativo (CNAE 82199).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 180.428 em 11 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 102.505 em 17 pagamentos entre 2023 e 2025
- Vander Loubet (PT-MS), despesa de campanha: R$ 4.800 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 91.490 da campanha e R$ 102.505 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LUCAS FREIRE LESSA - EIRELI. R$ 30.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Camila Jara pagou R$ 1.500 a LUCAS FREIRE LESSA - EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 30.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 33.214.811/0001-44. Atividade registrada: impressao de jornais livros revistas e outras publicacoes periodicas (CNAE 18113).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 30.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 13.990 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
- Rodolfo Nogueira (PL-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 6.115 em 1 pagamento em 2025
- Vander Loubet (PT-MS), despesa de campanha: R$ 250 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.500 da campanha e R$ 30.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
HASSAN CAVALCANTE SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA. R$ 14.000 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Camila Jara pagou R$ 10.000 a HASSAN CAVALCANTE SOCIEDADE INDIVIDUAL DE ADVOCACIA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 14.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 32.097.711/0001-12. Atividade registrada: atividades juridicas exceto cartorios (CNAE 69117).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 14.000 em 2 pagamentos em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 14.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ALLOY AUTO POSTO II LTDA. R$ 1.717 pagos pela cota em 12 despesas
Na campanha de 2022, Camila Jara pagou R$ 10.420 a ALLOY AUTO POSTO II LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.716 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 12 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.244.399/0001-44. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.420 em 12 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.717 em 12 pagamentos entre 2024 e 2026
- Vander Loubet (PT-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.498 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marcos Pollon (PL-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 445 em 2 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.420 da campanha e R$ 1.717 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RIBEIRO DE MENDONCA BASTON CIA LTDA. R$ 1.259 pagos pela cota em 7 despesas
Na campanha de 2022, Camila Jara pagou R$ 217 a RIBEIRO DE MENDONCA BASTON CIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.259 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 16.045.015/0001-06. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Soraya Thronicke (PSB-MS), cota parlamentar (Senado): R$ 20.388 em 58 pagamentos entre 2024 e 2026
- Marcos Pollon (PL-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.701 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- Vander Loubet (PT-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.668 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.259 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 217 em 1 pagamento em 2022
- Geraldo Resende (UNIÃO-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 179 em 1 pagamento em 2023
- Dagoberto Nogueira (PP-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 150 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 217 da campanha e R$ 1.259 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL MIGUEIS DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA. R$ 462 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Camila Jara pagou R$ 301 a COMERCIAL MIGUEIS DE DERIVADOS DE PETROLEO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 462 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 26.824.433/0008-21. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 462 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 301 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 301 da campanha e R$ 462 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
AUTO POSTO PORTAL DE MIRANDA LTDA, sócio GEFERSON JARA LOPES. R$ 1.232 pagos pela cota em 8 despesas
GEFERSON JARA LOPES é sócio/a de AUTO POSTO PORTAL DE MIRANDA LTDA (CNPJ 07.298.624/0001-86), empresa que recebeu R$ 1.231,56 em 8 despesa(s) de Camila Jara. Sobrenomes comuns: JARA.
Quem pagou esta empresa
- Vander Loubet (PT-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.900 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.232 em 8 pagamentos entre 2024 e 2026
- Soraya Thronicke (PSB-MS), cota parlamentar (Senado): R$ 801 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- Marcos Pollon (PL-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 370 em 2 pagamentos em 2023
- Dagoberto Nogueira (PP-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 300 em 1 pagamento em 2025
índice de semelhança 35 de 100