Sócio no cadastro nacional: o que muda?
Este cruzamento não parte de uma despesa: compara o político com os sócios de todas as empresas do Brasil (Receita Federal). A Receita publica só os 6 dígitos do meio do CPF de cada sócio. Quando o nome completo e esses 6 dígitos batem com os do político, a correspondência é forte, mas a identidade só se confirma com documento oficial (o CPF inteiro, que a Receita não publica). Sem CPF para comparar, fica só o nome: quase idêntico é um indício forte, mas não prova; nome parcial pode ser só um homônimo.
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PRIMUS EDITORA GRAFICA LTDA. R$ 29.700 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Pedro Aihara pagou R$ 244.004 a PRIMUS EDITORA GRAFICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 29.700 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 64.437.759/0001-19. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 1.476.440 em 12 pagamentos em 2018
- Nely Aquino (PODE-MG), despesa de campanha: R$ 328.890 em 64 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 244.004 em 17 pagamentos em 2022
- Eros Biondini (PL-MG), despesa de campanha: R$ 108.000 em 3 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 29.700 em 1 pagamento em 2023
- Franco Cartafina (PP-MG), despesa de campanha: R$ 19.717 em 17 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 244.004 da campanha e R$ 29.700 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
NOVO POSTO FERNAO DIAS LTDA. R$ 7.962 pagos pela cota em 40 despesas
Na campanha de 2022, Pedro Aihara pagou R$ 1.179 a NOVO POSTO FERNAO DIAS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 7.962 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 40 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 27.291.314/0001-47. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 7.962 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- Lincoln Portela (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.466 em 27 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.179 em 6 pagamentos em 2022
- Fabiano Cazeca (PRD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 903 em 4 pagamentos entre 2025 e 2026
- Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 100 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.179 da campanha e R$ 7.962 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO ALAMO 3 LTDA. R$ 842 pagos pela cota em 5 despesas
Na campanha de 2022, Pedro Aihara pagou R$ 234 a POSTO ALAMO 3 LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 842 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 5 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 37.975.766/0001-00. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 842 em 5 pagamentos entre 2023 e 2026
- Fred Costa (PRD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 277 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 234 em 1 pagamento em 2022
- Lincoln Portela (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 234 da campanha e R$ 842 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO OCEANO LTDA. R$ 529 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Pedro Aihara pagou R$ 86 a POSTO OCEANO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 529 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.401.243/0001-43. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Fred Costa (PRD-MG), despesa de campanha: R$ 7.637 em 16 pagamentos em 2022
- Miguel Ângelo (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.384 em 7 pagamentos entre 2023 e 2025
- Carlos Viana (PSD-MG), cota parlamentar (Senado): R$ 1.061 em 3 pagamentos entre 2025 e 2026
- Patrus Ananias (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.041 em 5 pagamentos entre 2024 e 2026
- Junio Amaral (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 759 em 3 pagamentos em 2023
- Luiz Fernando Faria (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 716 em 5 pagamentos em 2023
- Rodrigo de Castro (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 701 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 529 em 2 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 86 da campanha e R$ 529 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GAS BRAS LTDA. R$ 414 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Pedro Aihara pagou R$ 817 a GAS BRAS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 414 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.274.096/0001-37. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Nely Aquino (PODE-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.832 em 23 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rodrigo Pacheco (-), cota parlamentar (Senado): R$ 974 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 817 em 5 pagamentos em 2022
- Diego Andrade (PSD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 783 em 3 pagamentos entre 2024 e 2026
- Fred Costa (PRD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 649 em 3 pagamentos entre 2024 e 2025
- Luis Tibé (AVANTE-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 600 em 4 pagamentos entre 2024 e 2025
- Samuel Viana (UNIÃO-MG), despesa de campanha: R$ 503 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 414 em 2 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 817 da campanha e R$ 414 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO PALHA VERDE LTDA. R$ 350 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Pedro Aihara pagou R$ 155 a POSTO PALHA VERDE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 350 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.009.866/0001-87. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.374 em 7 pagamentos entre 2024 e 2026
- Gilson Daniel (PODE-ES), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.069 em 10 pagamentos entre 2024 e 2026
- Padre João (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.963 em 7 pagamentos entre 2024 e 2026
- Miguel Ângelo (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.257 em 7 pagamentos entre 2023 e 2025
- Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.019 em 6 pagamentos entre 2024 e 2026
- Lincoln Portela (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 995 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- Pinheirinho (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 839 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rosângela Reis (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 750 em 7 pagamentos entre 2025 e 2026
R$ 155 da campanha e R$ 350 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIO DE COMBUSTIVEIS ALEX LTDA. R$ 293 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Pedro Aihara pagou R$ 437 a COMERCIO DE COMBUSTIVEIS ALEX LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 293 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 17.176.561/0001-49. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Duda Salabert (PSOL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 88.336 em 55 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 42.976 em 18 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), despesa de campanha: R$ 22.225 em 21 pagamentos entre 2018 e 2022
- Duda Salabert (PSOL-MG), despesa de campanha: R$ 6.444 em 8 pagamentos entre 2022 e 2026
- Patrus Ananias (PT-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 743 em 5 pagamentos entre 2024 e 2026
- Fred Costa (PRD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 650 em 3 pagamentos entre 2023 e 2026
- Samuel Viana (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 563 em 2 pagamentos em 2024
- Rodrigo de Castro (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 462 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 437 da campanha e R$ 293 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO. R$ 275 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Pedro Aihara pagou R$ 260 a COMPANHIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 275 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 47.508.411/0685-40. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Luiz Fernando Faria (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.543 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 909 em 4 pagamentos entre 2024 e 2026
- Fred Costa (PRD-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 288 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 275 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 260 em 1 pagamento em 2022
- Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 187 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 260 da campanha e R$ 275 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO SANTO AGOSTINHO LTDA. R$ 250 pagos pela cota em 1 despesa
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Pedro Aihara pagou R$ 250 a AUTO POSTO SANTO AGOSTINHO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 290 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 57.638.923/0001-90. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 290 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 250 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 290 da campanha e R$ 250 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO VIA FERNAO DIAS LTDA. R$ 102 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Pedro Aihara pagou R$ 159 a POSTO VIA FERNAO DIAS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 102 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 44.097.391/0001-80. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Carlos Viana (PSD-MG), cota parlamentar (Senado): R$ 395 em 2 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rodrigo de Castro (UNIÃO-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 218 em 1 pagamento em 2026
- Newton Cardoso Jr (MDB-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 159 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 102 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 159 da campanha e R$ 102 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
STELLA MATER LTDA, sócio PEDRO DOSHIKAZU PIANCHAO AIHARA
PEDRO DOSHIKAZU PIANCHAO AIHARA aparece como sócio(a) pessoa física de STELLA MATER LTDA (CNPJ 33.874.631/0001-99), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Pedro Aihara (camara), nome legal comparado: PEDRO DOSHIKAZU PIANCHÃO AIHARA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AIHARA, DOSHIKAZU, PEDRO, PIANCHAO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100
Sócio de empresa: nome igual e 6 dígitos do CPF iguais
LES COMPATRIOTES PALMEIRAS EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA, sócio PEDRO DOSHIKAZU PIANCHAO AIHARA
PEDRO DOSHIKAZU PIANCHAO AIHARA aparece como sócio(a) pessoa física de LES COMPATRIOTES PALMEIRAS EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS SPE LTDA (CNPJ 38.159.974/0001-95), registro direto da Receita Federal (não depende de despesa CEAP). Político: Pedro Aihara (camara), nome legal comparado: PEDRO DOSHIKAZU PIANCHÃO AIHARA. Sobreposição de nome: 100%. O CPF do sócio na Receita (6 dígitos do meio, os únicos publicados) é igual ao do político. Palavras em comum: AIHARA, DOSHIKAZU, PEDRO, PIANCHAO.
Nenhum pagamento a esta empresa nas fontes que cruzamos: cota da Câmara e do Senado, despesas de campanha, cartão corporativo e contratos federais.
índice de semelhança 98 de 100