O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LOCACENTER LOCADORA DE AUTOMOVEIS LTDA. R$ 315.050 pagos pela cota em 67 despesas
Na campanha de 2022, Luiz Couto pagou R$ 145.900 a LOCACENTER LOCADORA DE AUTOMOVEIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 315.050 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 67 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.443.988/0001-26. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 315.050 em 67 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 300.300 em 45 pagamentos entre 2022 e 2026
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), cota parlamentar (Senado): R$ 176.000 em 17 pagamentos entre 2023 e 2024
- Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), despesa de campanha: R$ 46.200 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 145.900 da campanha e R$ 315.050 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO DE COMBUSTIVEL B B LTDA. R$ 267.190 pagos pela cota em 83 despesas
Na campanha de 2022, Luiz Couto pagou R$ 7.080 a POSTO DE COMBUSTIVEL B B LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 267.190 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 83 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 44.037.707/0001-48. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 267.190 em 83 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 16.800 em 12 pagamentos entre 2022 e 2026
- Ministério do Planejamento e Orçamento, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 1.020 em 4 pagamentos em 2026
- Eliza Virgínia (PP-PB), cota parlamentar (Câmara): R$ 200 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 7.080 da campanha e R$ 267.190 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RICARDO LUSTOSA COMERCIO E SERVICOS EM INFORMATICA LTDA. R$ 149.600 pagos pela cota em 88 despesas
Na campanha de 2022, Luiz Couto pagou R$ 1.250 a RICARDO LUSTOSA COMERCIO E SERVICOS EM INFORMATICA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 149.600 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 88 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 29.284.282/0001-88. Atividade registrada: comercio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informatica (CNAE 47512).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 149.600 em 88 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.250 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.250 da campanha e R$ 149.600 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
FOQUE Consultoria. R$ 34.580 pagos pela cota em 11 despesas
Luiz Couto destinou R$ 1.100.000 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Comunicações / Tecnologia da informação, Cultura / Difusão cultural (2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a FOQUE Consultoria. Separadamente, o gabinete pagou R$ 34.580 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (11 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 20.691.271/0001-48.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 250.000 em 1 pagamento em 2026
- Frei Anastacio Ribeiro (PT-PB), despesa de campanha: R$ 200.000 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 34.580 em 11 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FOQUE CONSULTORIA E AGENCIA DE MARKETING LTDA. R$ 27.480 pagos pela cota em 9 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Luiz Couto pagou R$ 27.480 a FOQUE CONSULTORIA E AGENCIA DE MARKETING LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 250.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 20.691.271/0001-48. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 250.000 em 1 pagamento em 2026
- Frei Anastacio Ribeiro (PT-PB), despesa de campanha: R$ 200.000 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 34.580 em 11 pagamentos entre 2025 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 250.000 da campanha e R$ 27.480 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
HOZANA MARIA TEIXEIRA MARQUES LIRA. R$ 1.550 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Luiz Couto pagou R$ 131 a HOZANA MARIA TEIXEIRA MARQUES LIRA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.550 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.524.633/0001-61. Atividade registrada: comercio varejista de livros jornais revistas e papelaria (CNAE 47610).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.550 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
- Gervásio Maia (PCdoB-PB), cota parlamentar (Câmara): R$ 470 em 3 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 131 em 4 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 131 da campanha e R$ 1.550 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DANTAS COMBUSTIVEIS LTDA. R$ 455 pagos pela cota em 2 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Luiz Couto pagou R$ 455 a DANTAS COMBUSTIVEIS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 904 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 07.654.283/0001-34. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.858 em 12 pagamentos entre 2023 e 2026
- Gervásio Maia (PCdoB-PB), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.336 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 904 em 4 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 904 da campanha e R$ 455 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MARIA DE LOURDE MEDONCA. R$ 430 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Luiz Couto pagou R$ 7.081 a MARIA DE LOURDE MEDONCA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 430 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 03.605.056/0001-68. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 7.081 em 5 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 430 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 7.081 da campanha e R$ 430 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO DE COMBUSTIVEIS E LUBRIFICANTES SANTA ANA LTDA. R$ 300 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Luiz Couto pagou R$ 7.168 a POSTO DE COMBUSTIVEIS E LUBRIFICANTES SANTA ANA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 300 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 12.920.377/0001-48. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.235 em 6 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 300 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 7.168 da campanha e R$ 300 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LUZIA MARQUES DA SILVA CIA LTDA. R$ 234 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Luiz Couto pagou R$ 4.377 a LUZIA MARQUES DA SILVA CIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 234 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 06.052.003/0002-36. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.377 em 11 pagamentos em 2022
- Gervásio Maia (PCdoB-PB), cota parlamentar (Câmara): R$ 293 em 1 pagamento em 2024
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 234 em 1 pagamento em 2024
- Ministério do Planejamento e Orçamento, cartão corporativo do Governo Federal: R$ 100 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.377 da campanha e R$ 234 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO DE COMBUSTIVEL SS LTDA. R$ 210 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Luiz Couto pagou R$ 6.282 a POSTO DE COMBUSTIVEL SS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 210 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 31.106.439/0001-27. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 6.282 em 5 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 210 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 6.282 da campanha e R$ 210 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100