Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
GUIA VEICULOS LTDA. R$ 242.029 pagos pela cota em 89 despesas
Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 50.479 a GUIA VEICULOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 242.029 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 89 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 82.461.310/0001-78. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 242.029 em 89 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 129.217 em 58 pagamentos entre 2018 e 2026
- Rubens Bueno (CIDADANIA-PR), despesa de campanha: R$ 4.500 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 50.479 da campanha e R$ 242.029 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JEFFERSON BRANDT. R$ 89.620 pagos pela cota em 77 despesas
Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 9.420 a JEFFERSON BRANDT com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 89.620 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 77 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 15.776.734/0001-34. Atividade registrada: comercio varejista especializado de eletrodomesticos e equipamentos de audio e video (CNAE 47539).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 89.620 em 77 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 24.280 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 9.420 da campanha e R$ 89.620 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COTRANS LOCACAO DE VEICULOS LTDA. R$ 52.680 pagos pela cota em 24 despesas
Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 22.679 a COTRANS LOCACAO DE VEICULOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 52.680 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 24 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 77.637.684/0001-61. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Beto Richa (PSDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 292.343 em 53 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 52.680 em 24 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 28.449 em 5 pagamentos entre 2018 e 2026
- Rossoni (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 23.737 em 1 pagamento em 2018
- Beto Richa (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 17.612 em 7 pagamentos entre 2022 e 2026
- Reinhold Stephanes (PL-PR), despesa de campanha: R$ 6.478 em 1 pagamento em 2018
- Ney Leprevost (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 5.621 em 8 pagamentos em 2018
- Beto Preto (PSD-PR), despesa de campanha: R$ 3.300 em 2 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 22.679 da campanha e R$ 52.680 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JORNAL O REPORTER LTDA. R$ 9.000 pagos pela cota em 15 despesas
Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 3.600 a JORNAL O REPORTER LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 15 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 36.445.706/0001-04. Atividade registrada: portais provedores de conteudo e outros servicos de informacao na internet (CNAE 63194).
Quem pagou esta empresa
- Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 33.000 em 19 pagamentos entre 2023 e 2026
- Toninho Wandscheer (PP-PR), despesa de campanha: R$ 20.600 em 9 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.000 em 15 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 5.600 em 4 pagamentos entre 2022 e 2026
- Rubens Bueno (CIDADANIA-PR), despesa de campanha: R$ 3.000 em 1 pagamento em 2022
- Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 2.000 em 1 pagamento em 2026
- Rodrigo Estacho (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 850 em 2 pagamentos em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.600 da campanha e R$ 9.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
NOVO AMIGAO AUTO POSTO LTDA. R$ 14.079 pagos pela cota em 75 despesas
Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 3.653 a NOVO AMIGAO AUTO POSTO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 14.079 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 75 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 41.210.820/0001-95. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 14.199 em 76 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.653 em 6 pagamentos em 2022
- Gleisi Hoffmann (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 245 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.653 da campanha e R$ 14.079 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ARNS DE OLIVEIRA ANDREAZZA ADVOGADOS ASSOCIADOS. R$ 9.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 20.000 a ARNS DE OLIVEIRA ANDREAZZA ADVOGADOS ASSOCIADOS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.417.801/0001-70. Atividade registrada: atividades juridicas exceto cartorios (CNAE 69117).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 20.000 em 1 pagamento em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.000 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 20.000 da campanha e R$ 9.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
28.510.066 FRANCIELE MACHALESKI MASSARUTE PEREIRA. R$ 8.800 pagos pela cota em 11 despesas
Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 1.740 a 28.510.066 FRANCIELE MACHALESKI MASSARUTE PEREIRA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 8.800 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 28.510.066/0001-40. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 8.800 em 11 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.740 em 2 pagamentos em 2022
- Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.000 em 2 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.740 da campanha e R$ 8.800 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EDITORA DE JORNAL O REGIONAL LTDA. R$ 2.650 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 300 a EDITORA DE JORNAL O REGIONAL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.650 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.276.217/0001-91. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.650 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- Gustavo Fruet (PDT-PR), despesa de campanha: R$ 1.860 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.100 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- PROFESSOR LUIZÃO GOULART (SOLIDARIEDADE-PR), despesa de campanha: R$ 800 em 1 pagamento em 2022
- Rodrigo Estacho (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 500 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 300 da campanha e R$ 2.650 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JORNAL TRIBUNA DO BOQUEIRAO EIRELI. R$ 1.660 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 700 a JORNAL TRIBUNA DO BOQUEIRAO EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.660 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.754.106/0001-92. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.660 em 3 pagamentos em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.300 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 640 em 1 pagamento em 2018
- Ney Leprevost (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 500 em 1 pagamento em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 700 da campanha e R$ 1.660 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EDITORA NOROESTE LTDA. R$ 1.425 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 2.340 a EDITORA NOROESTE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.425 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 82.458.688/0001-12. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- Tião Medeiros (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 12.316 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Filipe Barros (PL-PR), despesa de campanha: R$ 5.225 em 1 pagamento em 2022
- Hermes Parcianello (MDB-PR), despesa de campanha: R$ 5.010 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.840 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
- Luiz Nishimori (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.000 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Ricardo Barros (PP-PR), despesa de campanha: R$ 2.340 em 1 pagamento em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.425 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 2.340 da campanha e R$ 1.425 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FIRMO COMUNICACAO LTDA. R$ 3.800 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 50.000 a FIRMO COMUNICACAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.800 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 39.616.324/0001-94. Atividade registrada: atividades de organizacao de eventos exceto culturais e esportivos (CNAE 82300).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 50.000 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.800 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 50.000 da campanha e R$ 3.800 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EDITORA GRAFICA NOSSA SENHORA APARECIDA LTDA. R$ 1.950 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 750 a EDITORA GRAFICA NOSSA SENHORA APARECIDA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.950 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 77.624.922/0001-02. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.950 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 750 em 2 pagamentos em 2022
- Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 750 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 750 da campanha e R$ 1.950 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO PEDRA BRANCA LTDA. R$ 976 pagos pela cota em 10 despesas
Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 1.500 a AUTO POSTO PEDRA BRANCA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 976 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 97.370.175/0001-22. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.500 em 1 pagamento em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 976 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
- Aliel Machado (PV-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 278 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.500 da campanha e R$ 976 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PUBLIQUE - EDITORACAO DE JORNAIS S/C LTDA. R$ 700 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 897 a PUBLIQUE - EDITORACAO DE JORNAIS S/C LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 700 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.269.755/0001-47. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).
Quem pagou esta empresa
- Filipe Barros (PL-PR), despesa de campanha: R$ 1.500 em 1 pagamento em 2022
- PROFESSOR LUIZÃO GOULART (SOLIDARIEDADE-PR), despesa de campanha: R$ 1.500 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 1.500 em 1 pagamento em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 897 em 1 pagamento em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 700 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 897 da campanha e R$ 700 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COMERCIAL DE COMBUSTIVEIS DAL PRA LTDA. R$ 640 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 868 a COMERCIAL DE COMBUSTIVEIS DAL PRA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 640 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 72.211.378/0001-45. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 868 em 3 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 640 em 2 pagamentos em 2023
- Tadeu Veneri (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 394 em 2 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 868 da campanha e R$ 640 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100