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Política BR
Foto de Luciano Ducci

Luciano Ducci

Deputado(a) federal, PSB-PR, 71 anos, nasceu em Curitiba

Superior

[email protected]

Ficha Limpa

46

score 2026
381º de 559 com score completo em 2026

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4 situações de alta severidade pedem atenção

Considera a cota parlamentar de 2026, o patrimônio declarado e os conflitos de interesse.

Em 2026

Score
45,8
381º de 559 com score completo em 2026
Presença
94,9%
74 de 78 sessões deliberativas do plenário; média 91,6%
Proposições
10
projetos de lei, PEC e afins, sem requerimentos; média 15,8
Cota parlamentar
R$ 415.418
acima da média
Patrimônio declarado
R$ 1.338.145
TSE 2026
Emendas
R$ 36.244.106
valor empenhado
Gastos com alerta
2
4 alertas
Secretários parlamentares
22 de 25
limite da Câmara
Cargos de natureza especial
3
fora do limite de secretários

Para onde foram as emendas deste deputado — quem recebeu cada pagamento e o que contratou depois.

Comparado com a média da Câmara

Presença94,9%média 91,6%
Proposições10média 16
Cota reembolsadaR$ 415.418média R$ 320.868

O traço escuro marca a média da Câmara. Em vermelho, quando o resultado é pior que a média.

Gastos que pedem explicação

2 gastos da cota com alerta em 2026 (gravidade alta ou média, os mesmos da página de alertas; um gasto pode ter mais de um alerta: são 4 alertas). Um alerta é um indício para verificar, não uma acusação.

O que chamou a atençãoSeveridadeFornecedorValorDataNota
Mesma despesa repetidaMesma nota (número 99114) apresentada mais de uma vezMédiaAUTO POSTO R JUVEVE LTDAR$ 2002026-04-04Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-04-04 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)MédiaAUTO POSTO R JUVEVE LTDAR$ 2002026-04-04Ver nota
Mesma despesa repetidaMesma nota (número 99114) apresentada mais de uma vezMédiaAUTO POSTO R JUVEVE LTDAR$ 2002026-04-04Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-04-04 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)MédiaAUTO POSTO R JUVEVE LTDAR$ 2002026-04-04Ver nota
Sinais leves: 74 gastos, que não contam como alerta

Critérios fracos sozinhos (fim de semana, valor redondo, fornecedor frequente): ficam aqui para quem quiser conferir, mas não entram na contagem de alertas, no radar nem no score.

O que chamou a atençãoSeveridadeFornecedorValorDataNota
Gasto anual atípico na categoriaTotal anual em "PASSAGEM AÉREA - RPA" (R$ 8.930) é 2,9× a mediana dos pares que usaram esta categoria (R$ 3.067) — equivBAIXA4 notas da categoria no anoR$ 8.930total do anoano todoalerta sobre o total da categoria
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 9.500,00BAIXASocial Ideias Comunicações de Valor - EIRELI - MER$ 9.5002026-02-11Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 9.500,00BAIXASocial Ideias Comunicações de Valor - EIRELI - MER$ 9.5002026-02-25Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 9.500,00BAIXASocial Ideias Comunicações de Valor - EIRELI - MER$ 9.5002026-03-25Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 9.500,00BAIXASocial Ideias Comunicações de Valor - EIRELI - MER$ 9.5002026-04-24Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 9.500,00BAIXASocial Ideias Comunicações de Valor - EIRELI - MER$ 9.5002026-05-25Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 5.000,00BAIXACLAUDINEIA BANDEIRA LOPES RIBEIRO DA SILVAR$ 5.0002026-03-23Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 2.500,00BAIXAOSNI DE MACEDOR$ 2.5002026-04-10Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-05-03 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAFacebook Serviços Online do Brasil Ltda.R$ 1.5302026-05-03Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-03-28 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAHOTEL BOURBON DE FOZ DO IGUACU LTDA - FILIAL CAMBARAR$ 6222026-03-28Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-03-28 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAJORNAL O REPORTER LTDAR$ 6002026-03-28Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-09-07 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAA5G AUTO POSTO LTDAR$ 5542026-09-07Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-05-03 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAZAFALON POSTO NOVA ESPERANCA LTDAR$ 5022026-05-03Ver nota
Valor redondoValor exatamente redondo: R$ 500,00BAIXANOVA ERA PRODUÇÕES LTDAR$ 5002026-02-24Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-08-15 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAA5G AUTO POSTO LTDAR$ 4952026-08-15Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-08-01 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAA STANG & STANG LTDAR$ 4612026-08-01Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-05-17 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXADUNAPETROL COM E DERIV DE PETROLEO LTDA VR$ 3992026-05-17Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-02-01 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAAUTO POSTO SERENATA LTDAR$ 3752026-02-01Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-01-10 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAAUTO POSTO SERENATA LTDAR$ 3642026-01-10Ver nota
Nota emitida em fim de semana ou feriadoDocumento fiscal emitido em fim de semana ou feriado: 2026-02-07 (a data é a da nota, não necessariamente a do serviço)BAIXAAUTO POSTO SERENATA LTDAR$ 3232026-02-07Ver nota

Dinheiro da campanha

O que cada candidatura gastou para se eleger, declarado ao TSE. É outro dinheiro, não a cota parlamentar.

Campanha e cota: qual a diferença?

São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

Campanha de 2026
R$ 1.871.209
471 fornecedores; R$ 164.000 doados por 13 pessoas; R$ 239.950 do próprio candidato
Campanha de 2022
R$ 3.008.166
1.054 fornecedores; R$ 394.750 doados por 28 pessoas; R$ 150.000 do próprio candidato
Campanha de 2018
R$ 2.024.062
903 fornecedores; R$ 400.204 doados por 71 pessoas; R$ 71.722 do próprio candidato
Maiores fornecedores das campanhas; 25 também receberam da cota parlamentar
FornecedorEleiçãoPago pela campanhaPago pela cota
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.13.347.016/0001-17agenciamento de espacos para publicidade, exceto em veiculos de comunicacao2022, 2026R$ 200.200R$ 53.94124 despesas, 02/2023 a 04/2026
GUIA VEICULOS LTDA82.461.310/0001-78locacao de automoveis sem condutor2018, 2022, 2026R$ 129.217R$ 242.02989 despesas, 01/2023 a 09/2026
FIRMO COMUNICACAO LTDA39.616.324/0001-94atividades de organizacao de eventos exceto culturais e esportivos2022R$ 50.000R$ 3.8001 despesa, 06/2025
AUTO POSTO ESTRELA LTDA09.305.043/0001-50comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 30.945R$ 1001 despesa, 03/2024
COTRANS LOCACAO DE VEICULOS LTDA77.637.684/0001-61locacao de automoveis sem condutor2018, 2022, 2026R$ 28.449R$ 52.68024 despesas, 01/2023 a 02/2024
JEFFERSON BRANDT15.776.734/0001-34comercio varejista especializado de eletrodomesticos e equipamentos de audio e video2022, 2026R$ 24.280R$ 89.62077 despesas, 03/2023 a 09/2026
ARNS DE OLIVEIRA ANDREAZZA ADVOGADOS ASSOCIADOS05.417.801/0001-70atividades juridicas exceto cartorios2018R$ 20.000R$ 9.0001 despesa, 01/2023
RANFATE COMERCIO DE COMBUSTIVEIS LTDA08.730.787/0001-59comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2026R$ 11.710R$ 1.5477 despesas, 03/2023 a 06/2026
GISELLE BRUNOR PACHECO EBRAHIM***.892.909-**2022R$ 8.250R$ 99.00018 despesas, 01/2023 a 06/2024
AUTO POSTO POPULAR LTDA01.625.840/0001-02comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2018R$ 6.040R$ 2281 despesa, 11/2024
JORNAL O REPORTER LTDA36.445.706/0001-04reproducao de materiais gravados em qualquer suporte2022, 2026R$ 5.600R$ 9.00015 despesas, 07/2023 a 05/2026
POSTO CAMINHOS DO PARQUE LTDA.08.035.554/0001-36comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2018R$ 4.359R$ 2351 despesa, 09/2023
EDITORA NOROESTE LTDA82.458.688/0001-12edicao integrada a impressao de jornais2018, 2022R$ 3.840R$ 1.4251 despesa, 12/2024
NOVO AMIGAO AUTO POSTO LTDA41.210.820/0001-95comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 3.653R$ 14.19976 despesas, 01/2023 a 04/2025
LEONI LUCIA DAL PRA***.960.069-**2022, 2026R$ 3.037R$ 58.63039 despesas, 01/2023 a 05/2026
EDITORA FOLHA EXTRA LTDA06.163.583/0001-58edicao de jornais2018, 2022R$ 2.100R$ 5001 despesa, 11/2023
IARGAS AUTO POSTO LTDA32.874.095/0001-69comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 2.000R$ 2501 despesa, 10/2023
28.510.066 FRANCIELE MACHALESKI MASSARUTE PEREIRA28.510.066/0001-40edicao de jornais2022R$ 1.740R$ 8.80011 despesas, 04/2023 a 05/2024
AUTO POSTO PEDRA BRANCA LTDA97.370.175/0001-22comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2022R$ 1.500R$ 97610 despesas, 11/2023 a 03/2026
JORNAL TRIBUNA DO BOQUEIRAO LTDA08.754.106/0001-92edicao integrada a impressao de jornais2018, 2022R$ 1.300R$ 1.6603 despesas, 08/2023 a 12/2023
EDITORA DE JORNAL O REGIONAL LTDA01.276.217/0001-91edicao integrada a impressao de jornais2018, 2022R$ 1.100R$ 2.6504 despesas, 06/2023 a 07/2025
ALESSANDRO DIONISIO PEREIRA SANTI 8745819599120.860.658/0001-80edicao de jornais2018, 2022R$ 1.100R$ 5001 despesa, 03/2023
PUBLIQUE - EDITORACAO DE JORNAIS S/C LTDA04.269.755/0001-47edicao de jornais2018R$ 897R$ 7001 despesa, 04/2026
COMERCIAL DE COMBUSTIVEIS DAL PRA LTDA72.211.378/0001-45comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores2018R$ 868R$ 6402 despesas, 02/2023 a 03/2023
EDITORA GRAFICA NOSSA SENHORA APARECIDA LTDA77.624.922/0001-02edicao integrada a impressao de jornais2022R$ 750R$ 1.9503 despesas, 06/2023 a 06/2025
GRAFICA EXPRESS LTDA81.713.836/0001-35impressao de materiais para outros usos2018, 2022, 2026R$ 361.778—
LCL COMUNICACAO VISUAL LTDA61.793.593/0001-85impressao de materiais para outros usos2026R$ 223.484—
OFICINA DO IMPRESSO GRAFICA E EDITORA LTDA.00.495.545/0001-16impressao de jornais, livros, revistas e outras publicacoes periodicas2022, 2026R$ 140.130—
COSTIN MARTINS LTDA08.090.916/0001-91atividades de pos-producao cinematografica de videos e de programas de televisao2022R$ 130.900—
XINEF GRAFICA EDITORA LTDA84.945.401/0001-04impressao de materiais para outros usos2018, 2022R$ 90.970—

Fonte: TSE, prestação de contas das candidaturas. Doações: só as de pessoas físicas, sem os nomes dos doadores.

Fornecedores em comum com outros parlamentares

Empresas pagas pela cota de poucos parlamentares (até 15 além deste). Ficam de fora companhias aéreas, postos de combustível, energia, telefone e grandes locadoras, que atendem quase todos os gabinetes. Usar o mesmo fornecedor não é irregular: a lista mostra com quem se compartilha cada empresa.

  • VITORINO & MENDONCA LTDA

    26.983.273/0001-97 · Marketing direto

    Luciano Ducci: R$ 74.265 em 9 despesas em 2023.

    Também paga pela cota (1)

  • COTRANS LOCACAO DE VEICULOS LTDA

    77.637.684/0001-61 · Locação de automóveis sem condutor

    Luciano Ducci: R$ 52.680 em 24 despesas entre 2023 e 2024.

    Também paga pela cota (1)

    • Beto Richa (PSDB-PR): R$ 292.343 entre 2023 e 2026
  • MOSER CONSULTORIA, COMUNICACAO E TREINAMENTOS LTDA

    30.752.783/0001-20 · Marketing direto

    Luciano Ducci: R$ 28.500 em 3 despesas em 2025.

    Também paga pela cota (1)

  • MOVIDA LOCACAO DE VEICULOS S.A.

    07.976.147/0020-23 · Locação de automóveis sem condutor

    Luciano Ducci: R$ 20.159 em 2 despesas em 2024.

    Também pagam pela cota (14)

Ficha de fatos

O que os dados públicos mostram sobre este deputado, com a fonte de cada fato e a lei que o trataria em tese, isto é, se ficasse provado. Nenhum destes fatos é crime por si: quem decide é a Justiça. O que é crime de um político

  1. 2 despesas da cota com alerta em 2026

    Sinais mais frequentes: nota repetida (2), fim de semana ou feriado (2).

    Quando
    despesas de 2026
    Fonte
    Câmara dos Deputados · ver neste perfil
    Em tese, a lei
    Peculato (Código Penal, art. 312); Falsidade ideológica (Código Penal, art. 299)
    O que falta
    Um alerta é uma pergunta, não um crime. Em tese, só seria crime se o serviço não foi prestado ou a nota for falsa: falta comprovar isso no documento fiscal, no fornecedor e na entrega.
  2. 23 fornecedores pagos pela cota e também pela campanha

    R$ 494.963 da cota parlamentar (dinheiro público) para empresas que também trabalharam na campanha eleitoral.

    Quando
    pagamentos da cota e cadastro da Receita na última atualização
    Fonte
    Câmara/Senado e prestação de contas ao TSE · ver neste perfil
    Em tese, a lei
    Emprego irregular de verbas públicas (Código Penal, art. 315); Improbidade administrativa (Lei 8.429/1992)
    O que falta
    Em tese, só se a cota pagou serviço de campanha (o que é proibido). Falta o que foi entregue em cada contrato.

Cota parlamentar em 2026

643 despesas reembolsadas, R$ 415.418 no total. Cada linha das tabelas está arredondada ao real: somar as categorias pode dar R$ 1 a mais ou a menos que o total, que é calculado com centavos.

O que é a cota parlamentar?

A cota parlamentar (o nome oficial é CEAP na Câmara e CEAPS no Senado) não é salário nem dinheiro que o parlamentar guarda. É dinheiro público para despesas do mandato: passagens, aluguel e manutenção do escritório, combustível, hospedagem, divulgação do trabalho.

Funciona como reembolso: o parlamentar paga, apresenta a nota fiscal e a Câmara ou o Senado devolve o valor, até um limite mensal que varia por estado. As notas são públicas, e é por isso que dá para ver em que foi gasto e cruzar com outros dados.

Não é o dinheiro da campanha. O que se gasta para ser eleito vem de outra fonte (fundo eleitoral e doações) e é declarado ao TSE; está na seção "Dinheiro da campanha" deste perfil.

Deputados e senadores não têm cartão corporativo. O cartão corporativo é do Poder Executivo (servidores de ministérios e da Presidência); os gastos do mandato de um parlamentar são todos os desta cota. Os gastos do cartão estão em cartão corporativo do Governo Federal.

Em que foi gasta
Ver os números em tabela
CategoriaValor
PASSAGEM AÉREA - SIGEPAR$ 115.732
LOCAÇÃO OU FRETAMENTO DE VEÍCULOS AUTOMOTORESR$ 104.873
COMBUSTÍVEIS E LUBRIFICANTES.R$ 65.524
DIVULGAÇÃO DA ATIVIDADE PARLAMENTAR.R$ 62.772
MANUTENÇÃO DE ESCRITÓRIO DE APOIO À ATIVIDADE PARLAMENTARR$ 43.233
HOSPEDAGEM ,EXCETO DO PARLAMENTAR NO DISTRITO FEDERAL.R$ 11.425
PASSAGEM AÉREA - RPAR$ 8.930
TELEFONIAR$ 2.928
Gasto por mês

Barras claras (Ago, Set, Out): mês ainda incompleto. As notas podem ser apresentadas até 90 dias depois, por isso o valor ainda vai subir; não é uma queda de gasto.

Ver os números em tabela
MêsValorAlerta alto
JanR$ 31.460—
FevR$ 56.285—
MarR$ 55.493—
AbrR$ 60.135—
MaiR$ 53.950—
JunR$ 53.497—
JulR$ 46.125—
Ago (parcial)R$ 33.873—
Set (parcial)R$ 21.870—
Out (parcial)R$ 2.729—

Ao longo do mandato

Cota reembolsada por ano
Ver os números em tabela
AnoValor
2023R$ 495.208
2024R$ 494.082
2025R$ 537.821
2026R$ 415.418
Score e presença por ano (0 a 100)
Ver os números em tabela
AnoScorePresença
201940.175.4%
20205992.7%
202149.891.3%
202244.682.6%
202346.487.1%
202445.686%
202541.685.3%
202645.894.9%

Todas as despesas de 2026

643 despesas em 2026
DataCategoriaFornecedorValorNota

Passagens aéreas e itinerários em 2026

A Câmara publica o nome do passageiro e o trecho de cada passagem paga pela cota, mas não o motivo da viagem. As regras da Câmara definem quem pode viajar com a cota; os dados não permitem dizer se cada viagem cumpriu essas regras. Comparamos só nomes: quem já saiu do gabinete aparece em “outras pessoas”. Para essas, mostramos se o nome é igual ao de um servidor da Câmara, de um candidato do mesmo estado ou de outro parlamentar, ou se tem o sobrenome do deputado: é só igualdade de nomes, sem CPF, e não diz que é a mesma pessoa nem que é parente. Como analisamos

Em nome do próprio deputado
4
R$ 8.930

Itinerários fora da rota habitual

Dos 4 bilhetes com valor pago em nome do próprio deputado (os de valor zero, reembolsados ou cancelados, ficam de fora), todos passam por Brasília, pelo estado dele ou por um vizinho, ou são ida ao Mercosul. Como analisamos

Bens declarados ao TSE em 2026

TipoDescriçãoValor
APARTAMENTOFLAT RESIDENCIALR$ 515.016
FUNDO DE CURTO PRAZOAPLICAÇÃO EM CBD BBR$ 400.540
OUTROS CRÉDITOS E POUPANÇA VINCULADOSCONTA CEFR$ 93.345
PRÉDIO RESIDENCIALPARTE DE UM PREDIO DE 04 APTOR$ 69.397
CONSÓRCIO NÃO CONTEMPLADOCONSORCIO DE VEÍCULOR$ 67.020
CONSÓRCIO NÃO CONTEMPLADOCONSORCIO VEICULOR$ 67.019
CONSÓRCIO NÃO CONTEMPLADOCONSÓRCIO VEÍCULOR$ 33.110
PRÉDIO COMERCIALCJNT COMERCIAL EDIF PALLADEON CURITIBAR$ 30.000
PRÉDIO COMERCIALCNJT COMERCIAL EDIF. PALLADEON CURITIBAR$ 30.000
DEPÓSITO BANCÁRIO EM CONTA CORRENTE NO PAÍSCC BBR$ 21.233
Total declaradoR$ 1.338.145

Candidaturas registradas no TSE

Todas as eleições em que se candidatou com o mesmo CPF, com o resultado e o patrimônio declarado em cada uma.

EleiçãoCargoResultadoPatrimônio declarado
2026Deputado federal, PSB-PRNÃO ELEITOR$ 1.338.145
2024Prefeito, PSB-CURITIBA/PRNÃO ELEITOR$ 902.484
2022Deputado federal, PSB-PRELEITO POR MÉDIAR$ 613.691
2018Deputado federal, PSB-PRELEITO POR QPR$ 529.531

Votos recebidos

Votos nominais válidos contados pelo TSE. Em eleição para prefeito ou vereador, a posição e a porcentagem são no município. A fatia em cada município é a parte dos votos para o mesmo cargo que foi para este candidato.

2026, eleição para deputado federal em PR

Votos
60.932
não eleito
Posição
32º
de 404 candidatos
Dos votos para o cargo
1%
em PR
Municípios com votos
313
os 5 maiores deram 41,4%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
Curitiba12.3841,2%
Terra Boa4.15244,3%
Campina Grande do Sul3.38214,1%
Engenheiro Beltrão2.69438,1%
São José dos Pinhais2.6071,7%
Agudos do Sul2.34136%
Colombo1.9951,8%
Lapa1.8267,4%
Piên1.78921,4%
Arapongas1.7043%

2024, 1º turno para prefeito em Curitiba-PR

Votos
181.770
não eleito
Posição
3º
de 10 candidatos
Dos votos para o cargo
19,4%
em Curitiba-PR

2022, eleição para deputado federal em PR

Votos
95.521
eleito pela média (sobras)
Posição
17º
de 600 candidatos
Dos votos para o cargo
1,6%
em PR
Municípios com votos
343
os 5 maiores deram 46,1%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
Curitiba26.2742,7%
Lapa5.04820,5%
Terra Boa5.03352,1%
Engenheiro Beltrão4.66460,7%
São José dos Pinhais3.0112,1%
Rio Negro2.82317,7%
Mandirituba2.37118,1%
Rio Branco do Sul2.25111,9%
Colombo2.1672,1%
Arapongas2.1303,8%

2018, eleição para deputado federal em PR

Votos
98.214
eleito pelo quociente partidário
Posição
13º
de 415 candidatos
Dos votos para o cargo
1,8%
em PR
Municípios com votos
326
os 5 maiores deram 55,7%
Onde teve mais votos
MunicípioVotosFatia no município
Curitiba36.6684,1%
Lapa7.28031,7%
Terra Boa5.87764,5%
Paranavaí2.4415,7%
Colombo2.4212,6%
Itaperuçu2.18516,2%
São José dos Pinhais2.1751,8%
Araucária2.0983,6%
Almirante Tamandaré2.0214,7%
Quitandinha1.80020,4%

Fonte: TSE, votação por candidato, município e zona. 2º turno de 2026: resultado oficial totalizado.

Quanto teve de adiantar por mês

A cota é reembolso: primeiro paga-se a despesa, depois a Câmara devolve. Aqui está o que foi pedido de volta em cada mês, sem as passagens que a Câmara compra diretamente.

O maior mês de 2026 foi mar, com R$ 46.604, 1 vezes o salário bruto. 1 mês ficou acima do salário. Como funciona a cota

  • janR$ 31.460
  • fevR$ 32.362
  • marR$ 46.604
  • abrR$ 42.087
  • maiR$ 35.682
  • junR$ 31.207
  • julR$ 30.101
  • agoR$ 25.583
  • setR$ 21.870
  • outR$ 2.729

salário bruto de R$ 46.366

Salário e estrutura do mandato

Valores de 2026.

Salário
R$ 46.366/mês
R$ 556.394 por ano
Verba de gabinete
R$ 165.806/mês
para até 25 secretários parlamentares
Auxílio-moradia
R$ 4.253/mês
valor para quem não usa imóvel funcional; se este deputado o recebe, está no perfil oficial da Câmara (o site ainda não tem esse dado)
Secretários parlamentares
22 de 25
limite da Câmara
Cargos de natureza especial
3
fora do limite de secretários
Ver a equipe: 22 secretários parlamentares e 3 cargos de natureza especial
NomeCargoNomeação
ANDRÉ SILVA DE OLIVEIRASecretário Parlamentar2026-10-09
IRIS LÚCIA COSTA SANTOSSecretário Parlamentar2026-10-09
DASIL DOS SANTOSSecretário Parlamentar2026-10-09
DIEGO ANDREGUETTO ORASMOSecretário Parlamentar2026-10-09
MIRCO PACCAGNELLASecretário Parlamentar2026-10-09
MICHELE NEME TOMITASecretário Parlamentar2026-10-09
MARIA LUIZA ANDREGUETTOSecretário Parlamentar2026-10-09
MARIA MARTA MARQUES DA SILVASecretário Parlamentar2026-10-09
JOSÉ ALTAMIRO RAMOSSecretário Parlamentar2026-02-18
JOSE ANTONIO ANDREGUETTOSecretário Parlamentar2026-02-18
LAIS DUARTE DA SILVASecretário Parlamentar2026-02-18
WALDENIR STORTTISecretário Parlamentar2026-02-18
CLÁUDIA VANESSA FRASCATISecretário Parlamentar2026-02-18
CLEIDE APARECIDA DE OLIVEIRASecretário Parlamentar2026-02-18
DARIO MARCELO MARQUES DE LARASecretário Parlamentar2026-02-18
DILMARA MENDES GALVÃOSecretário Parlamentar2026-02-18
EDSON LUIZ BREMEMSecretário Parlamentar2026-02-18
GABRIEL PIETRO DA CRUZ SANTOSSecretário Parlamentar2026-02-18
JAIME GONÇALVES DOS SANTOS NETOSecretário Parlamentar2026-02-18
PAULA VIRGINIA MARINHO DUTRA MENCHISecretário Parlamentar2026-02-18
ROSIMAR MARQUES DE AZEVEDO GOMESSecretário Parlamentar2026-02-18
VIVIANE GERONAZZO FRANCOSecretário Parlamentar2026-02-18
BRUNO AUGUSTO GUIMARÃES BARROS DE MATTOSCNE09 - ASSISTENTE TÉCNICO DE GABINETE2025-03-13
SANDRO RODRIGO DA SILVA CORREIACNE09 - ASSISTENTE TÉCNICO DE GABINETE2025-02-20
CÍCERA NANCI SIQUEIRA DE BARROSCNE09 - ASSISTENTE TÉCNICO DE GABINETE2025-02-20

Comissões

Possíveis conflitos de interesse

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    GUIA VEICULOS LTDA. R$ 242.029 pagos pela cota em 89 despesas

    Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 50.479 a GUIA VEICULOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 242.029 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 89 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 82.461.310/0001-78. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 242.029 em 89 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 129.217 em 58 pagamentos entre 2018 e 2026
    • Rubens Bueno (CIDADANIA-PR), despesa de campanha: R$ 4.500 em 2 pagamentos em 2018

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 50.479 da campanha e R$ 242.029 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 90 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    JEFFERSON BRANDT. R$ 89.620 pagos pela cota em 77 despesas

    Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 9.420 a JEFFERSON BRANDT com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 89.620 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 77 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 15.776.734/0001-34. Atividade registrada: comercio varejista especializado de eletrodomesticos e equipamentos de audio e video (CNAE 47539).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 89.620 em 77 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 24.280 em 2 pagamentos entre 2022 e 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 9.420 da campanha e R$ 89.620 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 90 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    COTRANS LOCACAO DE VEICULOS LTDA. R$ 52.680 pagos pela cota em 24 despesas

    Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 22.679 a COTRANS LOCACAO DE VEICULOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 52.680 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 24 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 77.637.684/0001-61. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).

    Quem pagou esta empresa

    • Beto Richa (PSDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 292.343 em 53 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 52.680 em 24 pagamentos entre 2023 e 2024
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 28.449 em 5 pagamentos entre 2018 e 2026
    • Rossoni (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 23.737 em 1 pagamento em 2018
    • Beto Richa (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 17.612 em 7 pagamentos entre 2022 e 2026
    • Reinhold Stephanes (PL-PR), despesa de campanha: R$ 6.478 em 1 pagamento em 2018
    • Ney Leprevost (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 5.621 em 8 pagamentos em 2018
    • Beto Preto (PSD-PR), despesa de campanha: R$ 3.300 em 2 pagamentos em 2022

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 22.679 da campanha e R$ 52.680 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 90 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    JORNAL O REPORTER LTDA. R$ 9.000 pagos pela cota em 15 despesas

    Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 3.600 a JORNAL O REPORTER LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 15 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 36.445.706/0001-04. Atividade registrada: portais provedores de conteudo e outros servicos de informacao na internet (CNAE 63194).

    Quem pagou esta empresa

    • Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 33.000 em 19 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Toninho Wandscheer (PP-PR), despesa de campanha: R$ 20.600 em 9 pagamentos entre 2022 e 2026
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.000 em 15 pagamentos entre 2023 e 2026
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 5.600 em 4 pagamentos entre 2022 e 2026
    • Rubens Bueno (CIDADANIA-PR), despesa de campanha: R$ 3.000 em 1 pagamento em 2022
    • Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 2.000 em 1 pagamento em 2026
    • Rodrigo Estacho (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 850 em 2 pagamentos em 2025

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 3.600 da campanha e R$ 9.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 80 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    NOVO AMIGAO AUTO POSTO LTDA. R$ 14.079 pagos pela cota em 75 despesas

    Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 3.653 a NOVO AMIGAO AUTO POSTO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 14.079 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 75 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 41.210.820/0001-95. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 14.199 em 76 pagamentos entre 2023 e 2025
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 3.653 em 6 pagamentos em 2022
    • Gleisi Hoffmann (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 245 em 1 pagamento em 2024

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 3.653 da campanha e R$ 14.079 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    ARNS DE OLIVEIRA ANDREAZZA ADVOGADOS ASSOCIADOS. R$ 9.000 pagos pela cota em 1 despesa

    Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 20.000 a ARNS DE OLIVEIRA ANDREAZZA ADVOGADOS ASSOCIADOS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 9.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 05.417.801/0001-70. Atividade registrada: atividades juridicas exceto cartorios (CNAE 69117).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, despesa de campanha: R$ 20.000 em 1 pagamento em 2018
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 9.000 em 1 pagamento em 2023

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 20.000 da campanha e R$ 9.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    28.510.066 FRANCIELE MACHALESKI MASSARUTE PEREIRA. R$ 8.800 pagos pela cota em 11 despesas

    Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 1.740 a 28.510.066 FRANCIELE MACHALESKI MASSARUTE PEREIRA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 8.800 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 11 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 28.510.066/0001-40. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 8.800 em 11 pagamentos entre 2023 e 2024
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 1.740 em 2 pagamentos em 2022
    • Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.000 em 2 pagamentos em 2023

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 1.740 da campanha e R$ 8.800 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    EDITORA DE JORNAL O REGIONAL LTDA. R$ 2.650 pagos pela cota em 4 despesas

    Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 300 a EDITORA DE JORNAL O REGIONAL LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 2.650 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.276.217/0001-91. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 2.650 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
    • Gustavo Fruet (PDT-PR), despesa de campanha: R$ 1.860 em 2 pagamentos em 2018
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 1.100 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
    • PROFESSOR LUIZÃO GOULART (SOLIDARIEDADE-PR), despesa de campanha: R$ 800 em 1 pagamento em 2022
    • Rodrigo Estacho (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 500 em 1 pagamento em 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 300 da campanha e R$ 2.650 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    JORNAL TRIBUNA DO BOQUEIRAO EIRELI. R$ 1.660 pagos pela cota em 3 despesas

    Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 700 a JORNAL TRIBUNA DO BOQUEIRAO EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.660 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.754.106/0001-92. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.660 em 3 pagamentos em 2023
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 1.300 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
    • Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 640 em 1 pagamento em 2018
    • Ney Leprevost (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 500 em 1 pagamento em 2018

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 700 da campanha e R$ 1.660 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    EDITORA NOROESTE LTDA. R$ 1.425 pagos pela cota em 1 despesa

    Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 2.340 a EDITORA NOROESTE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.425 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 82.458.688/0001-12. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).

    Quem pagou esta empresa

    • Tião Medeiros (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 12.316 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
    • Filipe Barros (PL-PR), despesa de campanha: R$ 5.225 em 1 pagamento em 2022
    • Hermes Parcianello (MDB-PR), despesa de campanha: R$ 5.010 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 3.840 em 4 pagamentos entre 2018 e 2022
    • Luiz Nishimori (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.000 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
    • Ricardo Barros (PP-PR), despesa de campanha: R$ 2.340 em 1 pagamento em 2018
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.425 em 1 pagamento em 2024

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 2.340 da campanha e R$ 1.425 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 75 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    FIRMO COMUNICACAO LTDA. R$ 3.800 pagos pela cota em 1 despesa

    Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 50.000 a FIRMO COMUNICACAO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 3.800 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 39.616.324/0001-94. Atividade registrada: atividades de organizacao de eventos exceto culturais e esportivos (CNAE 82300).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, despesa de campanha: R$ 50.000 em 1 pagamento em 2022
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.800 em 1 pagamento em 2025

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 50.000 da campanha e R$ 3.800 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 70 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    EDITORA GRAFICA NOSSA SENHORA APARECIDA LTDA. R$ 1.950 pagos pela cota em 3 despesas

    Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 750 a EDITORA GRAFICA NOSSA SENHORA APARECIDA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 1.950 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 77.624.922/0001-02. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.950 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 750 em 2 pagamentos em 2022
    • Geraldo Mendes (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 750 em 1 pagamento em 2022

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 750 da campanha e R$ 1.950 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 70 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    AUTO POSTO PEDRA BRANCA LTDA. R$ 976 pagos pela cota em 10 despesas

    Na campanha de 2022, Luciano Ducci pagou R$ 1.500 a AUTO POSTO PEDRA BRANCA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 976 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 10 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 97.370.175/0001-22. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, despesa de campanha: R$ 1.500 em 1 pagamento em 2022
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 976 em 10 pagamentos entre 2023 e 2026
    • Aliel Machado (PV-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 278 em 1 pagamento em 2025

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 1.500 da campanha e R$ 976 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 45 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    PUBLIQUE - EDITORACAO DE JORNAIS S/C LTDA. R$ 700 pagos pela cota em 1 despesa

    Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 897 a PUBLIQUE - EDITORACAO DE JORNAIS S/C LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 700 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.269.755/0001-47. Atividade registrada: edicao de jornais (CNAE 58123).

    Quem pagou esta empresa

    • Filipe Barros (PL-PR), despesa de campanha: R$ 1.500 em 1 pagamento em 2022
    • PROFESSOR LUIZÃO GOULART (SOLIDARIEDADE-PR), despesa de campanha: R$ 1.500 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
    • Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 1.500 em 1 pagamento em 2018
    • O próprio, despesa de campanha: R$ 897 em 1 pagamento em 2018
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 700 em 1 pagamento em 2026

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 897 da campanha e R$ 700 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 45 de 100

  • Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar

    COMERCIAL DE COMBUSTIVEIS DAL PRA LTDA. R$ 640 pagos pela cota em 2 despesas

    Na campanha de 2018, Luciano Ducci pagou R$ 868 a COMERCIAL DE COMBUSTIVEIS DAL PRA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 640 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 72.211.378/0001-45. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).

    Quem pagou esta empresa

    • O próprio, despesa de campanha: R$ 868 em 3 pagamentos em 2018
    • O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 640 em 2 pagamentos em 2023
    • Tadeu Veneri (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 394 em 2 pagamentos em 2023

    Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.

    R$ 868 da campanha e R$ 640 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.

    Campanha e cota: qual a diferença?

    São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.

    O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.

    Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.

    peso do alerta 45 de 100

Notícias que citam este deputado

As notícias citam o nome, mas não indicam necessariamente investigação ou culpa: pode ser relator, testemunha, vítima ou apenas mencionado. Quando o nome não está no título, a notícia vem marcada como “citado no texto”: a pessoa não é o assunto principal.

Votações em 2026

Votou em
116
de 126 votações nominais do plenário
Sim
77
66%
Não
38
33%
Abstenção
0
Obstrução
0
Votação secreta
1
votou, mas o voto de cada um não é público
DataVotaçãoResultadoVoto
14 de out. de 2026Aprovada a Subemenda Substitutiva Global ao Projeto de Lei Complementar nº 186, de 2026, adotada pelo relator da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, ressalvados os destaques. Sim: 461; Não: 4; Total: 465.AprovadaSim
14 de out. de 2026Rejeitada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 281, de 2019, adotada pelo relator da Comissão Especial. Sim: 252; Não: 176; Total: 428.RejeitadaNão
14 de out. de 2026Rejeitado o Requerimento. Sim: 11; Não: 387; Total: 398.RejeitadaNão
03 de set. de 2026Aprovada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 74, de 2026, adotada pelo relator da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 346; Não: 46; Abstenção: 3; Total: 395.AprovadaSim
02 de set. de 2026Aprovado o Projeto de Decreto Legislativo nº 995, de 2026 (Aprova a indicação do Sr. Rodrigo Otávio Soares Pacheco para o cargo de Ministro do Tribunal de Contas da União). Sim: 404; Não: 61; Abstenção: 1; Total: 466.Aprovadaparticipou (voto secreto)
01 de set. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 320; Não: 67; Abstenção: 1; Total: 388.AprovadaSim
12 de ago. de 2026Aprovado o Substitutivo Reformulado ao Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, adotado pela relatora da Comissão de Minas e Energia, ressalvado o destaque. Sim: 318; Não: 113; Abstenção: 1; Total: 432.AprovadaSim
12 de ago. de 2026Rejeitada a Emenda de Plenário nº 1. Sim: 105; Não: 233; Total: 338.RejeitadaNão
12 de ago. de 2026Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 230, de 2025, adotado pela relatora da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 333; Não: 91; Total: 424.AprovadaSim
12 de ago. de 2026Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 80, de 2026, adotado pelo relator da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 327; Não: 26; Total: 353.AprovadaSim
12 de ago. de 2026Rejeitadas as Emendas de Plenário. Sim: 108; Não: 275; Abstenção: 1; Total: 384.RejeitadaNão
14 de jul. de 2026Rejeitada a Emenda de Plenário nº 2. Sim: 134; Não: 285; Abstenção: 2; Total: 421.RejeitadaSim
14 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 276; Não: 139; Abstenção: 1; Total: 416.AprovadaNão
07 de jul. de 2026Aprovado o Substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 41, de 2026, adotado pela relatora da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Sim: 470; Não: 1; Total: 471.AprovadaSim
02 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 305; Não: 112; Abstenção: 1; Total: 418.AprovadaSim
01 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 279; Não: 162; Abstenção: 1; Total: 442.AprovadaNão
01 de jul. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 293; Não: 158; Abstenção: 3; Total: 454.AprovadaSim
17 de jun. de 2026Aprovado o Requerimento de Urgência (Art. 155 do RICD). Sim: 273; Não: 160; Abstenção: 4; Total: 437.AprovadaNão
17 de jun. de 2026Mantido o texto. Sim: 285; Não: 106; Abstenção: 1; Total: 392.—Sim
17 de jun. de 2026Rejeitado o Requerimento. Sim: 117; Não: 250; Total: 367.RejeitadaNão

Fontes: Câmara dos Deputados (cota, presença, votações, assessores), TSE (bens e candidaturas), Receita Federal (sócios de empresas) e Portal da Transparência (emendas). Como calculamos.