Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
C. A. GOMES FILHO - COMERCIO E REPRESENTACOES COMERCIAIS - EIRELI. R$ 176.639 pagos pela cota em 46 despesas
Na campanha de 2022, Luisa Canziani pagou R$ 7.450 a C. A. GOMES FILHO - COMERCIO E REPRESENTACOES COMERCIAIS - EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 176.638 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 46 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 26.147.494/0001-25. Atividade registrada: reparacao e manutencao de computadores e de equipamentos perifericos (CNAE 95118).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 178.400 em 47 pagamentos entre 2023 e 2026
- Diego Garcia (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 20.686 em 17 pagamentos entre 2023 e 2024
- O próprio, despesa de campanha: R$ 7.450 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 7.450 da campanha e R$ 176.639 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SUPREMA MOBILIDADE LTDA. R$ 86.600 pagos pela cota em 21 despesas
Na campanha de 2022, Luisa Canziani pagou R$ 9.660 a SUPREMA MOBILIDADE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 86.600 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 21 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.894.397/0001-70. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Lêda Borges (REPUBLICANOS-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 481.100 em 55 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dr. Luiz Ovando (PP-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 452.403 em 75 pagamentos entre 2023 e 2026
- Felipe Becari (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 303.737 em 60 pagamentos entre 2023 e 2026
- Nikolas Ferreira (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 288.707 em 79 pagamentos entre 2023 e 2025
- Tiririca (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 268.991 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
- Prof. Reginaldo Veras (PV-DF), cota parlamentar (Câmara): R$ 268.700 em 55 pagamentos entre 2023 e 2026
- Daniel Barbosa (PP-AL), cota parlamentar (Câmara): R$ 257.145 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rafael Prudente (MDB-DF), cota parlamentar (Câmara): R$ 254.567 em 48 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 9.660 da campanha e R$ 86.600 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
N N Y. MARKETING DIRETO E SOLUCOES INTELIGENTES LTDA. R$ 45.620 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2022, Luisa Canziani pagou R$ 100.000 a N N Y. MARKETING DIRETO E SOLUCOES INTELIGENTES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 45.620 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 33.354.439/0001-71. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- Otoni de Paula (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 326.000 em 13 pagamentos entre 2025 e 2026
- Otoni de Paula (PSD-RJ), despesa de campanha: R$ 232.000 em 1 pagamento em 2026
- Saulo Pedroso (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 227.000 em 7 pagamentos entre 2025 e 2026
- Beto Richa (PSDB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 130.500 em 10 pagamentos em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 100.000 em 1 pagamento em 2022
- Hermes Klann (PL-SC), cota parlamentar (Senado): R$ 57.000 em 3 pagamentos em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 45.620 em 3 pagamentos em 2023
- Jorge Seif (PL-SC), cota parlamentar (Senado): R$ 38.000 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 100.000 da campanha e R$ 45.620 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ALCANCE MIDIA PROGRAMATICA LTDA. R$ 70.862 pagos pela cota em 7 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Luisa Canziani pagou R$ 70.862 a ALCANCE MIDIA PROGRAMATICA LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 7 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 10.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 47.183.723/0001-37. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 70.862 em 7 pagamentos entre 2025 e 2026
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 44.000 em 1 pagamento em 2026
- Fernando Monteiro (PSD-PE), despesa de campanha: R$ 15.000 em 1 pagamento em 2022
- Rui Falcão (PT-SP), despesa de campanha: R$ 10.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 70.862 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
AUTO POSTO SANT ANA LTDA. R$ 13.324 pagos pela cota em 24 despesas
Na campanha de 2022, Luisa Canziani pagou R$ 1.191 a AUTO POSTO SANT ANA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 13.324 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 24 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 18.659.643/0001-07. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 14.278 em 25 pagamentos entre 2023 e 2025
- Filipe Barros (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 8.579 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- Marco Brasil (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.057 em 11 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.191 em 5 pagamentos em 2022
- Diego Garcia (UNIÃO-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 683 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
- Luiz Carlos Hauly (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 571 em 3 pagamentos em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.191 da campanha e R$ 13.324 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
ATTOM-O ASSESSORIA DE COMUNICACAO LTDA. R$ 27.340 pagos pela cota em 2 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Luisa Canziani pagou R$ 27.340 a ATTOM-O ASSESSORIA DE COMUNICACAO LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 10.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 63.641.388/0001-20. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 27.340 em 2 pagamentos em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 10.000 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 27.340 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SERCOMTEL S/A TELECOMUNICACOES. R$ 4.224 pagos pela cota em 29 despesas
Na campanha de 2018, Luisa Canziani pagou R$ 4.637 a SERCOMTEL S/A TELECOMUNICACOES com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 4.224 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 29 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 01.371.416/0001-89. Atividade registrada: telecomunicacoes por fio (CNAE 61108).
Quem pagou esta empresa
- Luciano Ducci (PSB-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 19.335 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- Reinhold Stephanes (PL-PR), despesa de campanha: R$ 6.060 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 4.957 em 31 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.637 em 2 pagamentos em 2018
- Filipe Barros (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 4.489 em 20 pagamentos entre 2023 e 2024
- Luiz Nishimori (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.797 em 3 pagamentos em 2023
- Filipe Barros (PL-PR), despesa de campanha: R$ 488 em 2 pagamentos em 2018
- Reinhold Stephanes (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 159 em 1 pagamento em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.637 da campanha e R$ 4.224 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
EDITORA E GRAFICA PARANA PRESS S.A.. R$ 599 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Luisa Canziani pagou R$ 35.580 a EDITORA E GRAFICA PARANA PRESS S.A. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 599 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 77.338.424/0001-95. Atividade registrada: edicao integrada a impressao de jornais (CNAE 58221).
Quem pagou esta empresa
- Leandre (PSD-PR), despesa de campanha: R$ 253.781 em 10 pagamentos entre 2018 e 2026
- Capitão Augusto (PL-SP), despesa de campanha: R$ 216.340 em 49 pagamentos em 2018
- Filipe Barros (PL-PR), despesa de campanha: R$ 167.355 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 54.740 em 37 pagamentos entre 2018 e 2022
- Luiz Carlos Hauly (PODE-PR), despesa de campanha: R$ 53.116 em 7 pagamentos em 2018
- Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), despesa de campanha: R$ 35.410 em 3 pagamentos em 2018
- Padovani (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 30.155 em 8 pagamentos entre 2024 e 2025
- Marco Brasil (PP-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 10.000 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 35.580 da campanha e R$ 599 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
KUSTER HOTEL LTDA.. R$ 458 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Luisa Canziani pagou R$ 1.421 a KUSTER HOTEL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 458 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 09.395.255/0001-75. Atividade registrada: hoteis e similares (CNAE 55108).
Quem pagou esta empresa
- Aliel Machado (PV-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.299 em 10 pagamentos entre 2024 e 2026
- Carol Dartora (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.295 em 3 pagamentos em 2026
- Gleisi Hoffmann (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.250 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- Welter (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.490 em 6 pagamentos entre 2025 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.421 em 2 pagamentos em 2022
- Diego Garcia (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 683 em 3 pagamentos em 2018
- Felipe Francischini (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 519 em 2 pagamentos em 2023
- Leandre (PSD-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 510 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.421 da campanha e R$ 458 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100