Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
HLR GUTERRES LOCADORA E TRANSPORTE EIRELI. R$ 117.821 pagos pela cota em 22 despesas
Na campanha de 2018, Pedro Lucas Fernandes pagou R$ 162.200 a HLR GUTERRES LOCADORA E TRANSPORTE EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 117.821 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 22 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 06.911.368/0001-98. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 247.650 em 17 pagamentos entre 2018 e 2026
- Victor Mendes (MDB-MA), despesa de campanha: R$ 150.000 em 8 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 117.821 em 22 pagamentos entre 2023 e 2026
- Juscelino Filho (PSDB-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 98.000 em 7 pagamentos em 2026
- Juscelino Filho (PSDB-MA), despesa de campanha: R$ 42.000 em 3 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 162.200 da campanha e R$ 117.821 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PLAURA EMPREENDIMENTOS LTDA. R$ 260.000 pagos pela cota em 26 despesas
Na campanha de 2022, Pedro Lucas Fernandes pagou R$ 12.000 a PLAURA EMPREENDIMENTOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 260.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 26 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 29.437.216/0001-09. Atividade registrada: holdings de instituicoes nao financeiras (CNAE 64620).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 260.000 em 26 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 12.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 12.000 da campanha e R$ 260.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
J C M DE MATOS. R$ 232.500 pagos pela cota em 31 despesas
Na campanha de 2022, Pedro Lucas Fernandes pagou R$ 150.000 a J C M DE MATOS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 232.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 31 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 28.309.101/0001-68. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 232.500 em 31 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 150.000 em 6 pagamentos em 2022
- Delegado da Cunha (UNIÃO-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 3.000 em 1 pagamento em 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 150.000 da campanha e R$ 232.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
M. MENDONCA - GRAFICA E EDITORA. R$ 41.000 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2022, Pedro Lucas Fernandes pagou R$ 297.325 a M. MENDONCA - GRAFICA E EDITORA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 41.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 74.178.526/0001-00. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- Márcio Honaiser (SOLIDARIEDADE-MA), despesa de campanha: R$ 428.921 em 79 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 297.325 em 9 pagamentos em 2022
- Márcio Honaiser (SOLIDARIEDADE-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 49.200 em 1 pagamento em 2023
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 41.000 em 1 pagamento em 2023
- Lucyana Genésio (PDT-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 22.500 em 1 pagamento em 2024
- Ivan Junior (UNIÃO-MA), despesa de campanha: R$ 9.300 em 3 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 297.325 da campanha e R$ 41.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
42.329.346 MATHEUS PINHEIRO MORAIS. R$ 6.000 pagos pela cota em 2 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Pedro Lucas Fernandes pagou R$ 6.000 a 42.329.346 MATHEUS PINHEIRO MORAIS com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 45.000 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 42.329.346/0001-88. Atividade registrada: edicao de revistas (CNAE 58131).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 45.000 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 6.000 em 2 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 45.000 da campanha e R$ 6.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
PLAURA EMPREENDIMENTOS LTDA, sócio PEDRO LUCAS COSTA SILVA. R$ 260.000 pagos pela cota em 26 despesas
PEDRO LUCAS COSTA SILVA é sócio/a de PLAURA EMPREENDIMENTOS LTDA (CNPJ 29.437.216/0001-09), empresa que recebeu R$ 260.000,00 em 26 despesa(s) de Pedro Lucas Fernandes. Sobrenomes comuns: LUCAS.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 260.000 em 26 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, despesa de campanha: R$ 12.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
índice de semelhança 50 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
MEARIM DERIVADOS DE PETROLEO LTDA. R$ 512 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2018, Pedro Lucas Fernandes pagou R$ 15.000 a MEARIM DERIVADOS DE PETROLEO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 512 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 10.524.491/0001-23. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Wolmer Araújo (SOLIDARIEDADE-MA), despesa de campanha: R$ 35.020 em 4 pagamentos em 2018
- O próprio, despesa de campanha: R$ 15.000 em 1 pagamento em 2018
- Márcio Jerry (PCdoB-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.850 em 7 pagamentos entre 2023 e 2026
- Aluisio Mendes (REPUBLICANOS-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.368 em 5 pagamentos entre 2023 e 2025
- Marreca Filho (PRD-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.020 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 512 em 2 pagamentos entre 2023 e 2024
- Pastor Gil (PL-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 160 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 15.000 da campanha e R$ 512 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
REVENDEDORA SOPETRO LTDA. R$ 383 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Pedro Lucas Fernandes pagou R$ 28.500 a REVENDEDORA SOPETRO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 383 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 06.269.773/0001-54. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Gastão Vieira (PROS-MA), despesa de campanha: R$ 215.000 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
- Márcio Honaiser (SOLIDARIEDADE-MA), despesa de campanha: R$ 47.014 em 7 pagamentos em 2022
- João Marcelo Souza (MDB-MA), despesa de campanha: R$ 30.000 em 4 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 28.500 em 2 pagamentos em 2018
- Bira do Pindaré (PSB-MA), despesa de campanha: R$ 26.708 em 10 pagamentos em 2018
- Márcio Honaiser (SOLIDARIEDADE-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 450 em 3 pagamentos em 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 383 em 1 pagamento em 2024
- Dr. Allan Garcês (PP-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 263 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 28.500 da campanha e R$ 383 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO SAO LUIS LTDA. R$ 249 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Pedro Lucas Fernandes pagou R$ 15.188 a POSTO SAO LUIS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 249 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.939.425/0001-29. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 15.189 em 1 pagamento em 2018
- Marreca Filho (PRD-MA), cota parlamentar (Câmara): R$ 450 em 2 pagamentos em 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 249 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 15.189 da campanha e R$ 249 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
MARDIMA SERVICOS DE VIGILANCIA EIRELI-ME, sócio PEDRO LUCAS SOUZA ROCHA. R$ 62.150 pagos pela cota em 11 despesas
PEDRO LUCAS SOUZA ROCHA é sócio/a de MARDIMA SERVICOS DE VIGILANCIA EIRELI-ME (CNPJ 27.366.042/0001-05), empresa que recebeu R$ 62.150,00 em 11 despesa(s) de Pedro Lucas Fernandes. Sobrenomes comuns: LUCAS.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 62.150 em 11 pagamentos entre 2023 e 2024
índice de semelhança 43 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
LIMA E CAVALCANTE LTDA, sócio FREDERICO LUCAS LIMA PAIVA CAVALCANTE. R$ 1.510 pagos pela cota em 5 despesas
FREDERICO LUCAS LIMA PAIVA CAVALCANTE é sócio/a de LIMA E CAVALCANTE LTDA (CNPJ 28.822.460/0001-14), empresa que recebeu R$ 1.510,08 em 5 despesa(s) de Pedro Lucas Fernandes. Sobrenomes comuns: LUCAS.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 1.510 em 5 pagamentos entre 2025 e 2026
índice de semelhança 35 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
F L L P C LTDA, sócio FREDERICO LUCAS LIMA PAIVA CAVALCANTE. R$ 840 pagos pela cota em 3 despesas
FREDERICO LUCAS LIMA PAIVA CAVALCANTE é sócio/a de F L L P C LTDA (CNPJ 51.804.983/0001-50), empresa que recebeu R$ 840,00 em 3 despesa(s) de Pedro Lucas Fernandes. Sobrenomes comuns: LUCAS.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 840 em 3 pagamentos em 2026
índice de semelhança 35 de 100