O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
RADIOLA COMUNICACAO E ASSESSORIA LTDA. R$ 472.500 pagos pela cota em 41 despesas
Na campanha de 2022, Lídice da Mata pagou R$ 13.000 a RADIOLA COMUNICACAO E ASSESSORIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 472.500 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 41 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 20.311.822/0001-09. Atividade registrada: atividades de publicidade nao especificadas anteriormente (CNAE 73190).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 487.800 em 42 pagamentos entre 2022 e 2026
- Marcelo Nilo (REPUBLICANOS-BA), despesa de campanha: R$ 95.000 em 1 pagamento em 2022
- Afonso Florence (PT-BA), despesa de campanha: R$ 52.779 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Afonso Florence (PT-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 46.000 em 4 pagamentos em 2026
- Elisangela Araujo (PT-BA), despesa de campanha: R$ 16.600 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 13.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 13.000 da campanha e R$ 472.500 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SUPREMA MOBILIDADE LTDA. R$ 207.200 pagos pela cota em 57 despesas
Na campanha de 2022, Lídice da Mata pagou R$ 5.327 a SUPREMA MOBILIDADE LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 207.200 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 57 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.894.397/0001-70. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Lêda Borges (REPUBLICANOS-GO), cota parlamentar (Câmara): R$ 481.100 em 55 pagamentos entre 2023 e 2026
- Dr. Luiz Ovando (PP-MS), cota parlamentar (Câmara): R$ 452.403 em 75 pagamentos entre 2023 e 2026
- Felipe Becari (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 303.737 em 60 pagamentos entre 2023 e 2026
- Nikolas Ferreira (PL-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 288.707 em 79 pagamentos entre 2023 e 2025
- Tiririca (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 268.991 em 43 pagamentos entre 2023 e 2026
- Prof. Reginaldo Veras (PV-DF), cota parlamentar (Câmara): R$ 268.700 em 55 pagamentos entre 2023 e 2026
- Daniel Barbosa (PP-AL), cota parlamentar (Câmara): R$ 257.145 em 40 pagamentos entre 2023 e 2026
- Rafael Prudente (MDB-DF), cota parlamentar (Câmara): R$ 254.567 em 48 pagamentos entre 2023 e 2026
R$ 5.327 da campanha e R$ 207.200 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LUIS FERNANDO BARONE LEITE ***.390.775-**. R$ 38.496 pagos pela cota em 49 despesas
Na campanha de 2018, Lídice da Mata pagou R$ 5.416 a LUIS FERNANDO BARONE LEITE ***.390.775-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 38.496 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 49 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 21.319.268/0001-60. Atividade registrada: reparacao e manutencao de computadores e de equipamentos perifericos (CNAE 95118).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 38.496 em 49 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 14.176 em 30 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 5.416 da campanha e R$ 38.496 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
SPEED WAY - LOCADORA DE AUTOMOVEIS LTDA.. R$ 24.447 pagos pela cota em 8 despesas
Na campanha de 2018, Lídice da Mata pagou R$ 21.873 a SPEED WAY - LOCADORA DE AUTOMOVEIS LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 24.447 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 8 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 04.821.551/0001-77. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- Josias Gomes (PT-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 139.047 em 34 pagamentos entre 2023 e 2025
- Raimundo Costa (PSD-BA), despesa de campanha: R$ 109.340 em 9 pagamentos entre 2022 e 2026
- Afonso Florence (PT-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 81.921 em 12 pagamentos em 2026
- Abílio Santana (PSC-BA), despesa de campanha: R$ 80.026 em 6 pagamentos entre 2022 e 2026
- Adolfo Viana (PSDB-BA), despesa de campanha: R$ 71.342 em 5 pagamentos entre 2018 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 41.840 em 17 pagamentos entre 2018 e 2022
- Tia Eron (REPUBLICANOS-BA), despesa de campanha: R$ 41.134 em 6 pagamentos em 2018
- Joceval Rodrigues (CIDADANIA-BA), despesa de campanha: R$ 28.693 em 4 pagamentos em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 21.873 da campanha e R$ 24.447 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
DARLAN DOS SANTOS NUNES ***.798.605-**. R$ 23.315 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Lídice da Mata pagou R$ 900 a DARLAN DOS SANTOS NUNES ***.798.605-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 23.315 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 17.959.415/0001-90. Atividade registrada: atividades fotograficas e similares (CNAE 74200).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 23.315 em 3 pagamentos em 2023
- O próprio, despesa de campanha: R$ 8.900 em 3 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 900 da campanha e R$ 23.315 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
RADIOLA COMUNICAÇÃO E ASSESSORIA. R$ 487.800 pagos pela cota em 42 despesas
Lídice da Mata destinou R$ 1.214.682 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Ciência e Tecnologia / Tecnologia da informação, Comunicações / Telecomunicações, Cultura / Difusão cultural (2020, 2021, 2022, 2023, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a RADIOLA COMUNICAÇÃO E ASSESSORIA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 487.800 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (42 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 20.311.822/0001-09.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 487.800 em 42 pagamentos entre 2022 e 2026
- Marcelo Nilo (REPUBLICANOS-BA), despesa de campanha: R$ 95.000 em 1 pagamento em 2022
- Afonso Florence (PT-BA), despesa de campanha: R$ 52.779 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
- Afonso Florence (PT-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 46.000 em 4 pagamentos em 2026
- Elisangela Araujo (PT-BA), despesa de campanha: R$ 16.600 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 13.000 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
POSTO KALILANDIA LTDA. R$ 6.194 pagos pela cota em 35 despesas
Na campanha de 2022, Lídice da Mata pagou R$ 30.000 a POSTO KALILANDIA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 6.194 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 35 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 15.151.046/0009-36. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 50.000 em 4 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 6.194 em 35 pagamentos entre 2023 e 2026
- José Carlos Araujo (DC-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.102 em 4 pagamentos em 2026
- Léo Prates (REPUBLICANOS-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.080 em 3 pagamentos em 2025
- Jaques Wagner (PT-BA), cota parlamentar (Senado): R$ 870 em 6 pagamentos entre 2023 e 2025
- Félix Mendonça Júnior (PDT-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 632 em 3 pagamentos entre 2023 e 2025
- Elisangela Araujo (PT-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 450 em 2 pagamentos em 2024
- Diego Coronel (REPUBLICANOS-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 266 em 1 pagamento em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 30.000 da campanha e R$ 6.194 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
BAKONE COMERCIO E SERVICOS DE TELECOMUNICACOES EIRELI. R$ 16.842 pagos pela cota em 45 despesas
Na campanha de 2018, Lídice da Mata pagou R$ 1.020 a BAKONE COMERCIO E SERVICOS DE TELECOMUNICACOES EIRELI com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 16.842 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 45 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 25.002.983/0001-26. Atividade registrada: comercio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicacao (CNAE 47521).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 16.842 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 1.020 em 2 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 1.020 da campanha e R$ 16.842 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
W MENDES ASSISTENCIA TECNICA E LOCACAO DE ELETRODOMESTICOS LTDA. R$ 5.760 pagos pela cota em 12 despesas
Nos meses antes da eleição de 2026, o gabinete de Lídice da Mata pagou R$ 5.760 a W MENDES ASSISTENCIA TECNICA E LOCACAO DE ELETRODOMESTICOS LTDA com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 12 despesas). Na campanha de 2026, a mesma empresa recebeu R$ 4.700 do dinheiro da campanha. Não é ilegal; o alerta mostra que o fornecedor pago pela cota também trabalhou na campanha. CNPJ: 00.562.490/0001-10. Atividade registrada: aluguel de objetos pessoais e domesticos nao especificados anteriormente (CNAE 77292).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 21.120 em 44 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 4.700 em 4 pagamentos em 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 4.700 da campanha e R$ 5.760 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 65 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
C C S COMERCIO DE COMBUSTIVEIS E SERVICOS LTDA. R$ 270 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Lídice da Mata pagou R$ 20.500 a C C S COMERCIO DE COMBUSTIVEIS E SERVICOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 270 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 96.766.340/0001-05. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 20.500 em 23 pagamentos em 2018
- Félix Mendonça Júnior (PDT-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 2.556 em 9 pagamentos entre 2023 e 2024
- Antonio Brito (PSD-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.234 em 8 pagamentos entre 2023 e 2026
- Gabriel Nunes (PSD-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.023 em 4 pagamentos entre 2023 e 2026
- Josias Gomes (PT-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 923 em 4 pagamentos entre 2023 e 2025
- Bacelar (PV-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 825 em 2 pagamentos entre 2024 e 2026
- Léo Prates (REPUBLICANOS-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 780 em 2 pagamentos em 2024
- Mário Negromonte Jr. (PSB-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 695 em 2 pagamentos entre 2023 e 2025
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 20.500 da campanha e R$ 270 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
COPIADORA EXEMPLO LTDA. R$ 38 pagos pela cota em 3 despesas
Na campanha de 2018, Lídice da Mata pagou R$ 478 a COPIADORA EXEMPLO LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 38 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 3 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 33.857.129/0001-70. Atividade registrada: comercio varejista de livros jornais revistas e papelaria (CNAE 47610).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 478 em 2 pagamentos em 2018
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 38 em 3 pagamentos em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 478 da campanha e R$ 38 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100