O que é uma emenda?
Dinheiro do orçamento federal que cada parlamentar pode destinar a um projeto, área ou região. Não é dinheiro dele, e é diferente da cota parlamentar (a verba para as despesas do próprio mandato).
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
INSTITUTO ERNEST MANDEL. R$ 216.000 pagos pela cota em 36 despesas
Na campanha de 2018, Luizianne Lins pagou R$ 10.000 a INSTITUTO ERNEST MANDEL com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 216.000 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 36 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 08.913.224/0001-04. Atividade registrada: atividades de associacoes de defesa de direitos sociais (CNAE 94308).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 216.000 em 37 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 25.000 em 2 pagamentos entre 2018 e 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 10.000 da campanha e R$ 216.000 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 90 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
A DE LIMA CARDOSO. R$ 486.073 pagos pela cota em 31 despesas
Na campanha de 2022, Luizianne Lins pagou R$ 60.000 a A DE LIMA CARDOSO com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 486.073 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 31 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 32.083.360/0001-90. Atividade registrada: agencias de publicidade (CNAE 73114).
Quem pagou esta empresa
- Luiz Gastão (PSD-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 832.462 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 486.073 em 31 pagamentos entre 2024 e 2026
- Luiz Gastão (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 274.243 em 5 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 60.000 em 2 pagamentos em 2022
- Tadeu Oliveira (PL-CE), despesa de campanha: R$ 16.600 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 60.000 da campanha e R$ 486.073 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
LOCARFLEX LOCACOES DE VEICULOS LTDA. R$ 183.842 pagos pela cota em 59 despesas
Na campanha de 2022, Luizianne Lins pagou R$ 49.350 a LOCARFLEX LOCACOES DE VEICULOS LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 183.842 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 59 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 00.586.176/0001-77. Atividade registrada: locacao de automoveis sem condutor (CNAE 77110).
Quem pagou esta empresa
- José Guimarães (PT-CE), despesa de campanha: R$ 227.171 em 22 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 183.842 em 59 pagamentos entre 2023 e 2026
- Robério Monteiro (PSB-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 137.700 em 11 pagamentos entre 2023 e 2026
- Robério Monteiro (PSB-CE), despesa de campanha: R$ 60.480 em 13 pagamentos em 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 49.350 em 5 pagamentos em 2022
- Rachel Marques (PT-CE), despesa de campanha: R$ 23.433 em 1 pagamento em 2018
- Dayany do Capitão (UNIÃO-CE), despesa de campanha: R$ 21.200 em 2 pagamentos em 2026
- Leônidas Cristino (PDT-CE), despesa de campanha: R$ 10.640 em 3 pagamentos em 2018
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 49.350 da campanha e R$ 183.842 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
PRINTCOLOR GRAFICA E EDITORA LTDA. R$ 20.800 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2018, Luizianne Lins pagou R$ 178.268 a PRINTCOLOR GRAFICA E EDITORA LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 20.800 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 02.824.298/0001-80. Atividade registrada: impressao de materiais para outros usos (CNAE 18130).
Quem pagou esta empresa
- André Figueiredo (PDT-CE), despesa de campanha: R$ 612.505 em 110 pagamentos entre 2018 e 2026
- Inácio Arruda (PCdoB-CE), despesa de campanha: R$ 608.761 em 98 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 560.213 em 40 pagamentos entre 2018 e 2022
- José Airton Félix Cirilo (PT-CE), despesa de campanha: R$ 359.026 em 77 pagamentos em 2022
- José Guimarães (PT-CE), despesa de campanha: R$ 290.510 em 77 pagamentos entre 2018 e 2022
- Idilvan Alencar (PSB-CE), despesa de campanha: R$ 220.260 em 19 pagamentos em 2026
- André Fernandes (PL-CE), despesa de campanha: R$ 96.810 em 43 pagamentos entre 2022 e 2026
- José Guimarães (PT-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 79.900 em 12 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 178.268 da campanha e R$ 20.800 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 85 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
A DE LIMA CARDOSO LTDA. R$ 486.073 pagos pela cota em 31 despesas
Luizianne Lins destinou R$ 3.586.025 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2020, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a A DE LIMA CARDOSO LTDA. Separadamente, o gabinete pagou R$ 486.073 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (31 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 32.083.360/0001-90.
Quem pagou esta empresa
- Luiz Gastão (PSD-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 832.462 em 45 pagamentos entre 2023 e 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 486.073 em 31 pagamentos entre 2024 e 2026
- Luiz Gastão (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 274.243 em 5 pagamentos entre 2022 e 2026
- O próprio, despesa de campanha: R$ 60.000 em 2 pagamentos em 2022
- Tadeu Oliveira (PL-CE), despesa de campanha: R$ 16.600 em 1 pagamento em 2022
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 80 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
VARANDA CRIATIVA PRODUCOES LTDA. R$ 28.550 pagos pela cota em 9 despesas
Na campanha de 2022, Luizianne Lins pagou R$ 68.800 a VARANDA CRIATIVA PRODUCOES LTDA com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 28.550 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 9 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 16.849.678/0001-83. Atividade registrada: artes cenicas espetaculos e atividades complementares (CNAE 90019).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 68.800 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 28.550 em 9 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 68.800 da campanha e R$ 28.550 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 80 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Facebook Serviços Online do Brasil ltda. R$ 34.970 pagos pela cota em 8 despesas
Luizianne Lins destinou R$ 3.586.025 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2020, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Facebook Serviços Online do Brasil ltda. Separadamente, o gabinete pagou R$ 34.970 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (8 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 13.347.016/0001-17.
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 75 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
BENEDITO TEIXEIRA DE SOUSA ***.561.803-**. R$ 8.910 pagos pela cota em 2 despesas
Na campanha de 2022, Luizianne Lins pagou R$ 20.300 a BENEDITO TEIXEIRA DE SOUSA ***.561.803-** com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 8.910 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 2 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 24.696.912/0001-08. Atividade registrada: edicao de revistas (CNAE 58131).
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 20.300 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 8.910 em 2 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 20.300 da campanha e R$ 8.910 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 75 de 100
Emenda para comunicação e cota paga a empresa de mídia
Benedito Teixeira de Sousa. R$ 8.910 pagos pela cota em 2 despesas
Luizianne Lins destinou R$ 3.586.025 em emendas parlamentares (dinheiro público) para Cultura / Difusão cultural (2020, 2024, 2025, 2026). Não está confirmado que esse dinheiro chegou a Benedito Teixeira de Sousa. Separadamente, o gabinete pagou R$ 8.910 pela cota parlamentar diretamente a esta empresa de mídia e publicidade (2 despesas). Não é ilegal e não há prova de que uma coisa esteja ligada à outra: é uma coincidência de área que pode merecer atenção. CNPJ: 24.696.912/0001-08.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, despesa de campanha: R$ 20.300 em 2 pagamentos em 2022
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 8.910 em 2 pagamentos em 2023
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
peso do alerta 70 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
JOAQUIM DE SOUSA BASTOS. R$ 220 pagos pela cota em 1 despesa
Na campanha de 2018, Luizianne Lins pagou R$ 3.029 a JOAQUIM DE SOUSA BASTOS com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 220 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 1 despesa). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. CNPJ: 07.865.173/0002-00. Atividade registrada: comercio varejista de combustiveis para veiculos automotores (CNAE 47318).
Quem pagou esta empresa
- Domingos Neto (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 19.448 em 19 pagamentos entre 2018 e 2022
- O próprio, despesa de campanha: R$ 3.029 em 5 pagamentos em 2018
- Enfermeira Ana Paula (PODE-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 540 em 2 pagamentos em 2023
- Idilvan Alencar (PSB-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 400 em 1 pagamento em 2024
- André Fernandes (PL-CE), cota parlamentar (Câmara): R$ 331 em 1 pagamento em 2026
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 220 em 1 pagamento em 2024
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 3.029 da campanha e R$ 220 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 45 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
MULT COMERCIO DE PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA, sócio RAFAEL LINS LAGO. R$ 3.150 pagos pela cota em 25 despesas
RAFAEL LINS LAGO é sócio/a de MULT COMERCIO DE PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA (CNPJ 35.631.524/0005-99), empresa que recebeu R$ 3.149,64 em 25 despesa(s) de Luizianne Lins. Sobrenomes comuns: LINS.
Quem pagou esta empresa
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 3.150 em 25 pagamentos entre 2023 e 2026
- Tadeu Veneri (PT-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 616 em 5 pagamentos entre 2023 e 2025
- Pedro Aihara (PP-MG), cota parlamentar (Câmara): R$ 539 em 7 pagamentos entre 2023 e 2024
- Sargento Fahur (PL-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 498 em 9 pagamentos entre 2023 e 2026
- David Soares (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 420 em 5 pagamentos entre 2023 e 2026
- Cobalchini (MDB-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 366 em 3 pagamentos entre 2025 e 2026
- Benedita da Silva (PT-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 356 em 4 pagamentos entre 2023 e 2024
- Marcos Soares (PSDB-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 252 em 3 pagamentos entre 2023 e 2024
índice de semelhança 35 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
NFE COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA, sócio RAFAEL LINS LAGO. R$ 969 pagos pela cota em 7 despesas
RAFAEL LINS LAGO é sócio/a de NFE COMERCIO DE ALIMENTOS LTDA (CNPJ 21.131.221/0001-79), empresa que recebeu R$ 969,20 em 7 despesa(s) de Luizianne Lins. Sobrenomes comuns: LINS.
Quem pagou esta empresa
- Fábio Teruel (MDB-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 1.522 em 15 pagamentos entre 2024 e 2025
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 969 em 7 pagamentos entre 2023 e 2025
- Humberto Costa (PT-PE), cota parlamentar (Senado): R$ 284 em 4 pagamentos entre 2024 e 2025
- Caio Vianna (PSD-RJ), cota parlamentar (Câmara): R$ 173 em 1 pagamento em 2025
- Claudio Cajado (PP-BA), cota parlamentar (Câmara): R$ 160 em 1 pagamento em 2025
- Ricardo Silva (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 124 em 1 pagamento em 2023
- Luiz Fernando Vampiro (MDB-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 100 em 1 pagamento em 2025
- Meire Serafim (UNIÃO-AC), cota parlamentar (Câmara): R$ 70 em 1 pagamento em 2026
índice de semelhança 35 de 100
Sobrenomes em comum com sócio de fornecedor
MULT COMERCIO DE PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA, sócio RAFAEL LINS LAGO. R$ 263 pagos pela cota em 2 despesas
RAFAEL LINS LAGO é sócio/a de MULT COMERCIO DE PRODUTOS ALIMENTICIOS LTDA (CNPJ 35.631.524/0004-08), empresa que recebeu R$ 263,25 em 2 despesa(s) de Luizianne Lins. Sobrenomes comuns: LINS.
Quem pagou esta empresa
- Deltan Dallagnol (PODE-PR), cota parlamentar (Câmara): R$ 716 em 7 pagamentos em 2023
- O próprio, cota parlamentar (Câmara): R$ 263 em 2 pagamentos em 2023
- Humberto Costa (PT-PE), cota parlamentar (Senado): R$ 254 em 2 pagamentos em 2023
- Márcio Biolchi (MDB-RS), cota parlamentar (Câmara): R$ 157 em 1 pagamento em 2023
- Dr. Fernando Máximo (PL-RO), cota parlamentar (Câmara): R$ 148 em 1 pagamento em 2023
- Ricardo Silva (PSD-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 146 em 1 pagamento em 2023
- Geovania de Sá (REPUBLICANOS-SC), cota parlamentar (Câmara): R$ 137 em 1 pagamento em 2023
- Wilson Santiago (REPUBLICANOS-PB), cota parlamentar (Câmara): R$ 136 em 1 pagamento em 2023
índice de semelhança 35 de 100
Mesmo fornecedor na campanha e na cota parlamentar
FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA.. R$ 17.485 pagos pela cota em 4 despesas
Na campanha de 2018, Luizianne Lins pagou R$ 50.000 a FACEBOOK SERVICOS ONLINE DO BRASIL LTDA. com dinheiro da campanha. Depois da posse, o gabinete pagou R$ 17.485 à mesma empresa com a cota parlamentar (CEAP, dinheiro público, 4 despesas). Não é ilegal usar o mesmo fornecedor; o alerta mostra que a relação comercial da campanha continuou paga pelos cofres públicos. É uma plataforma de anúncios usada por quase todos os políticos: a coincidência, por si só, não indica favorecimento. CNPJ: 13.347.016/0001-17. Atividade registrada: agenciamento de espacos para publicidade exceto em veiculos de comunicacao (CNAE 73122).
Quem pagou esta empresa
- Não identificado, despesa de campanha: R$ 21.303.480 em 164 pagamentos entre 2018 e 2026
- Célio Studart (PSD-CE), despesa de campanha: R$ 2.401.700 em 27 pagamentos em 2026
- Lindbergh Farias (PT-RJ), despesa de campanha: R$ 1.672.000 em 37 pagamentos entre 2022 e 2026
- Delegado Matheus Laiola (UNIÃO-PR), despesa de campanha: R$ 1.111.200 em 51 pagamentos entre 2022 e 2026
- Plínio Valério (PSDB-AM), despesa de campanha: R$ 1.017.500 em 40 pagamentos em 2026
- Bruno Ganem (PODE-SP), cota parlamentar (Câmara): R$ 994.208 em 36 pagamentos entre 2023 e 2026
- Carlos Viana (PSD-MG), despesa de campanha: R$ 972.500 em 19 pagamentos entre 2018 e 2026
- Fábio Teruel (MDB-SP), despesa de campanha: R$ 912.000 em 19 pagamentos entre 2022 e 2026
Despesa de campanha mistura doações privadas e dinheiro público do Fundo Eleitoral.
R$ 50.000 da campanha e R$ 17.485 da cota parlamentar (dinheiro público) para a mesma empresa; a ordem no tempo está no texto acima.
Campanha e cota: qual a diferença?
São dois gastos diferentes. A cota parlamentar (CEAP na Câmara, CEAPS no Senado) paga as despesas do mandato, mês a mês, com dinheiro público: passagens, escritório, segurança, combustível. Quem publica é a Câmara ou o Senado.
O dinheiro da campanha paga o que a candidatura gasta para se eleger (gráfica, anúncios, eventos, advogados), só no período eleitoral. Vem do fundo eleitoral e do fundo partidário (dinheiro público) e de doações. Quem publica é o TSE, na prestação de contas.
Usar a mesma empresa nos dois não é ilegal. O site mostra quando acontece, e em que ordem: um fornecedor da campanha que passou a ser pago pela cota depois da posse, ou um fornecedor da cota que trabalhou depois na campanha.
peso do alerta 30 de 100