
Nenhuma situação financeira sem explicação nos dados
Radar Financeiro e verificações de integridade, atualizados em 06 de nov. de 2026. Uma situação é um convite a ler a fonte, não uma acusação.
Radar Financeiro
Compara cada mês com o histórico da própria pessoa e procura explicação nos próprios dados (mudança de cargo, férias, vantagens, evento coletivo no tribunal). O que fica sem explicação aparece como situação que requer análise: não é acusação nem conclusão de irregularidade.
Nenhuma situação a requerer análise documental até agora.
Verificações de integridade
8 fontes consultadas: 2 sem ocorrências, 6 sem cobertura para este magistrado.
| Fonte | Resultado | Como foi verificado |
|---|---|---|
| CEIS / CNEP (CGU) | nenhum registro | por nome (aproximado) |
| PGFN, dívida ativa e FGTS | não verificado | sem CPF confirmado: não verificado |
| TCU, inabilitados, inidôneos e contas irregulares | não verificado | sem CPF confirmado: não verificado |
| ANAC, aeronaves não declaradas | não verificado | não implementado: poucos CPFs confirmados |
| DataJud (CNJ), processos | não verificado | fonte disponível, integração por construir |
| CNJ, remuneração | não verificado | sem API pública (painel QlikSense) |
| CNJ, disciplinar e PAD | não verificado | fonte ainda não investigada |
| Sócio de empresa (registro nacional CNPJ) | nenhum registro | por nome: a Receita não publica o CPF dos sócios |
Outros membros do TSE
Metodologia e fontes
Esta ficha cruza dados públicos de fontes oficiais. Um registro não é uma acusação: é um fato documentado que merece leitura da fonte original antes de qualquer conclusão.
Fontes ativas: Wikidata (biografia); CEIS/CNEP da CGU (sanções, por CPF quando há, senão por nome); PGFN (dívida ativa e FGTS, por CPF); TCU (inabilitados, inidôneos e contas irregulares, por CPF); dados abertos do STJ (folha mensal desde 01/2020); portal EGESP do STF; API pública de remuneração do TCU; Diário Oficial da União, Seção 2, via INLABS (cobertura dos últimos meses).
Ainda não integradas: DataJud/CNJ (processos), painel de remuneração do CNJ (sem API pública) e processos disciplinares do CNJ.
TSE: não tem folha própria. Os membros são ministros do STF e do STJ em rotação e são pagos pelo tribunal de origem.
Radar Financeiro: compara cada mês com a mediana e o desvio absoluto mediano dos 12 meses anteriores da própria pessoa, nunca entre magistrados de tribunais diferentes. Com menos de 6 meses de histórico não há avaliação. Antes de qualquer sinal procura explicação nos dados (mudança de cargo, situação funcional, vantagens no mesmo mês, alteração semelhante em pelo menos 25% dos colegas). Sem explicação, fica “requer análise documental”. Não produz score nem ranking e não avalia se uma verba é legal.
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