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Fachin tenta conter divisão no STF, mas decisão sobre INSS incomoda aliados de Moraes

Publicado por Folha de S.Paulo em 30 de out. de 2026

Ao devolver as investigações do escândalo do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para o ministro André Mendonça , mas manter consigo o caso Master por mais 90 dias, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin , buscou um meio termo que não provocasse mais um capítulo de erosão interna na corte. Leia mais (10/30/2026 - 13h24)

Resumo publicado por Folha de S.Paulo

O que se sabe

Segundo a Folha de S.Paulo (30/10/2026), o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, devolveu as investigações do escândalo envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ao ministro André Mendonça. Ao mesmo tempo, Fachin decidiu manter sob sua responsabilidade o caso conhecido como “Master” por mais 90 dias, como forma de buscar um meio‑termo que evitasse novas tensões internas na corte.

A medida foi apresentada como tentativa de conter a divisão que vinha se aprofundando no STF, evitando que a disputa sobre o caso do INSS gerasse um novo capítulo de erosão institucional. A Folha de S.Paulo destaca que a decisão de Fachin buscava equilibrar as demandas dos diferentes grupos dentro do tribunal, sem indicar que haja consenso entre os ministros sobre a estratégia adotada.

Texto escrito por inteligência artificial só a partir dos resumos publicados por Folha de S.Paulo e dos dados públicos do Política BR, sem a matéria completa. Pode ter erros: confira na fonte.

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